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Centro-Oeste • Região de Tangará da Serra

Tudo sobre Tangará da Serra

Guia completo, dados e turismo em Mato Grosso.

Conheça o destino

Retrato do município

População estimada (2026)

116.637

Habitantes

PIB Total (2023)

R$ 5,60 Bi

Per capita (2023)R$ 52.635,43

Área (km² · 2025)

11.636,262

Quilômetros quadrados

Bioma

Cerrado e Amazônia

Ambiente natural

Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.

Conheça a região

Turismo e serviços locais

Tangará da Serra faz parte da região turística Região Turística das Nascentes, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.

Explore outros municípios dessa região:

Prestadores na base do Cadastur

  • 10Agências de turismoSegundo Trimestre 2026
  • 12Meios de hospedagemSegundo Trimestre de 2026
  • 13Restaurantes, cafeterias e baresSegundo Trimestre 2026

Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.

O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA

Quando visitar Tangará da Serra

Cerrado, cidades e natureza com atenção à estação.

MELHOR ÉPOCA · PELO TIPO DE EXPERIÊNCIA

Maio a julho · natureza na estação seca

Uma sugestão para explorar o Cerrado: planeje acessos, horários e passeios com operadores locais.

Orientação regional · Referência de planejamento

Setembro 2026Mês atual

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Planeje atividades no início do dia e pausas à sombra; confira umidade, incêndios e regras dos parques.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Outubro 2026Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Na transição para as chuvas, mantenha flexibilidade. Museus e gastronomia são alternativas para dias de tempestade.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Novembro 2026Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Na transição para as chuvas, mantenha flexibilidade. Museus e gastronomia são alternativas para dias de tempestade.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Dezembro 2026Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Na transição para as chuvas, mantenha flexibilidade. Museus e gastronomia são alternativas para dias de tempestade.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Janeiro 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Chuvas podem afetar trilhas e cachoeiras. Prefira passeios guiados e não entre em rios sob alerta.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Fevereiro 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Chuvas podem afetar trilhas e cachoeiras. Prefira passeios guiados e não entre em rios sob alerta.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Março 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Chuvas podem afetar trilhas e cachoeiras. Prefira passeios guiados e não entre em rios sob alerta.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Abril 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Combine passeios urbanos e natureza; confirme acessos e condições das estradas.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Maio 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Natureza com planejamento

Combine passeios urbanos e natureza; confirme acessos e condições das estradas.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Junho 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Natureza com planejamento

Combine passeios urbanos e natureza; confirme acessos e condições das estradas.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Julho 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Natureza com planejamento

Planeje atividades no início do dia e pausas à sombra; confira umidade, incêndios e regras dos parques.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Agosto 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Natureza com planejamento

Planeje atividades no início do dia e pausas à sombra; confira umidade, incêndios e regras dos parques.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

Agosto e setembro podem exigir mais cuidado com baixa umidade, fumaça e restrições. Nas chuvas, confirme trilhas e rios.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Planejamento sazonal, não previsão do tempo. O inverno costuma ser mais seco. Calor, baixa umidade, fumaça e restrições de visitação podem mudar os planos. Eventos se referem às datas da edição cadastrada; confirme a programação antes de reservar.

Consulte previsão e avisos · Clima no Guia do Brasil · Agenda da cidade

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Na agenda de Tangará da Serra

Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.

Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.

Todos os eventos de Tangará da Serra →
🛡️

Segurança

Tangará da Serra é considerada uma cidade tranquila, com baixos índices de criminalidade, proporcionando segurança aos visitantes.

💸

Custo Médio

💰💰💰💰💰

Tangará da Serra, localizada no estado de Mato Grosso, é um destino que combina a beleza natural do Cerrado e Amazônia com uma rica história de pioneirismo e desenvolvimento. Com uma população de 106.434 habitantes, a cidade é conhecida por sua hospitalidade e festividades culturais, tornando-a um lugar encantador para visitar.

Principais Atrações

Praça dos Pioneiros

Um espaço que homenageia os primeiros habitantes da cidade, com quiosques, áreas verdes e um ambiente propício para relaxar e socializar.

Fazenda São João

Uma atração agrícola que oferece tours e experiências com a vida rural, ideal para quem deseja conhecer a cultura do campo.

Dúvidas Comuns

? Qual é a melhor forma de chegar a Tangará da Serra?

A cidade é acessível por meio de rodovias, com estradas pavimentadas que conectam a principais cidades do estado de Mato Grosso.

? Que atividades ao ar livre posso fazer em Tangará da Serra?

Os visitantes podem desfrutar de caminhadas, passeios a cavalo e trilhas na natureza nos arredores da cidade, além de participar de festivais culturais.

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Como Chegar

✈️

Aeroporto de Tangará da Serra

SWTS
Ver no Mapa →
Onde ficar Hospedagens em Tangará da Serra Consulte hotéis, pousadas, campings, hostels, chalés e spas cadastrados. Ver opções →

Seu destino, na prática

Explore Tangará da Serra

Encontre lugares para comer, ficar, cuidar de você e do seu pet. Explore as opções cadastradas na cidade.

Restaurantes

95 no diretório · algumas opções abaixo

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Lanchonetes e cafés

85 no diretório · algumas opções abaixo

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Bares

14 no diretório · algumas opções abaixo

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Hospedagens

25 no diretório · algumas opções abaixo

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Agências e passeios

13 no diretório · algumas opções abaixo

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Beleza e Cuidados

99 no diretório · algumas opções abaixo

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Cantinho dos Pets

96 no diretório · algumas opções abaixo

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📈

Economia e Empresas

Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Tangará da Serra?

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

História de Tangara da Serra Na década de 60: os caminhos eram íngremes, obstáculos de difícil travessia, animais ferozes espreitando junto às picadas abertas por pioneiros para ligar suas terras ao povoado. Chegavam caravanas de toda parte, trazendo consigo famílias inteiras, a maioria procedente do Paraná, São Paulo e Minas. Desembarcavam, abriam uma clareira e erguiam um rancho, plantavam o essencial à subsistência e iniciavam a derrubada da mata para o cultivo do milho, auxiliar indispensável na criação de suínos.

Agrimensores embrenhados nas matas com os demais funcionários da Companhia de Terras descobriram, a cada dia, um novo riacho, aos quais lhes davam nomes; localidades que até hoje mantém as mesmas designações daquele tempo. A tarefa era difícil, mas havia alegria no semblante de todos. Trabalho árduo que sempre culminava com algum tipo de festa, pois estavam eles construindo o futuro sem saber iam deixando, oralmente, narrativas como foram os primeiros anos de Tangará da Serra e quais eram os precursores.

Tangará da Serra, como outras cidades da região, viveu alguns ciclos importantes da economia nacional, e a lavoura cafeeira teve sua importância no seu desenvolvimento, além do milho, arroz e depois da soja, à qual se proliferou pela região e acabou se tornando, anos mais tarde parte do mundo que mais produz esse cereal. Décadas de 70 e 80: época da criação da maioria dos municípios mato-grossenses e abertura de vastas fazendas que impulsionaram o progresso e a ocupação definitiva das terra dos Parecis.

Desde o primeiro pioneiro até os acontecimentos mais recentes, Tangará da Serra preza-se por ter sua trajetória traçada por homens que souberam valorizar sua terra e sua gente, não esquecendo jamais os valores humanos e sem deixar de contar sempre com a disposição de seus moradores. Tanto na vida política como religiosa a cidade teve inúmeras celebridades. Homens simples tinham censo aguçado de responsabilidade, que ergueram sua comunidade e levantaram monumentos que hoje a enobrecem.

Além disso, o maior patrimônio tangaraense é seu próprio povo: um legado de famílias que, ao longo dos anos, desde 1959, quando Joaquim Aderaldo de Souza iniciou a colonização das terras adquiridas pela SITA, até o último ato, que continua acontecendo em todo momento. È com homens e muito trabalho que se constrói uma cidade.

O Município de Tangará da Serra, no exuberante divisor das águas das bacias Amazônica e do Prata, originou-se em 1959, emergente do antigo povoado surgido pelo loteamento das glebas Santa Fé, Esmeralda e Juntinho, localizadas no município de Barra do Bugres. Os senhores Júlio Martinez, Dr. Fábio Licere e Joaquim Oléa findaram a SITA- Sociedade Imobiliária Tupã para a agricultura que, atraídos pela excelente condição de clima e solo fértil, implantaram o loteamento Tangará da Serra.

Antes, porém, o Marechal Cândido Rondon já havia palmilhado a região em 1913, auxiliado pelos índios Parecis e Nhambiquaras, quando implantou o telégrafo, estudou a Flora e a Fauna presentes, para fornecer subsídios que seriam utilizados no futuro. Rondon abriu a rodovia que sobe os chapadões dos Parecis, cujas marcas ainda estão presentes: a exemplo de sua casa e uma ponte construída sobre o Rio Sepotuba, no interior do Município de Tangará da Serra, ainda preservadas.

Depois chegaram os extrativistas, atraídos pela Mata de Poaia: planta com propriedades medicinais, que cobria as encostas da Chapada dos Parecis; onde os tributários do Rio Paraguai têm suas nascentes. Logo após chegaram os madeireiros, devastando a região para ceder lugar aos colonos que derrubaram o cerrado e se iniciaram na agropecuária, atividade ainda tão presente no município: base forte da economia tangaraense.

Inspirados pelo canto macio, cheio, vivo e sonoro do pássaro Tangará ( uma das aves brasileiras mais famosas) foi que os primeiros visitantes da região aliaram o nome do gracioso pássaro à majestosa Serra de Itapirapuã e batizaram a localidade como Tangará da Serra. Em 1878, Pedro Torquato Leite e sua família, vindos de Cuiabá, fixaram-se junto à barra do Rio Bugres. Ali começou a explorar economicamente uma variedade de planta por nome poaia, cujas raízes possuem alto valor medicinal.

O lugar era ocupado pela tribo indígena Bororó Umutína, atualmente em extinção. Como a investigação pelas cercanias foi satisfatória, ergueu o primeiro rancho e, nas imediações, iniciou o cultivo de lavouras de subsistência. No ano seguinte, assim como Torquato, instalou-se no local junto com a família e alguns camaradas poaeiros, outros aventureiros como Nicolau Gomes da Cruz, Major José Cassiano Corrêa, Capitão Tibúrcio Valeriano de Figueiredo (ex-combatente da Guerra do Paraguai), além de Manoel de Campos Borges e muitos outros.

A partir de então, seguiram-se is ciclos normais de uma localidade, assim como acontece em quase toda colonização. As instituições foram surgindo, como Paróquia local, criada pela Lei nº 145, de 8 de abril de 1896, e ainda as edificações mais apropriadas conforme aumentava o contigente de moradores. O extrativismo da poaia, borracha e madeira eram a base econômica de Barra do Bugres até então, atividade que exigia a abertura de picadões pela floresta, que fez surgir várias estradas pelo interior.

Diz-se que, em 1908, já havia muitos moradores na localidade, todas empenhadas em iniciar seus próprios negócios, diversificando as atividades econômicas, mesmo antes do Marechal Cândido Rondon instalar uma linha do telégrafo, a qual possibilitou comunicação com o resto do país. Em 20 de novembro de 1926, passava por Barra do Bugres a Coluna Prestes, quando os moradores resolveram enfrentar os soldados, mas sem armas e adestramento, sucumbiram.

A exploração da madeira e outras riquezas naturais da região estendia-se até a Serra de Itapirapuã, que além dos poaeiros, poucos se arriscavam em concentrar seus afazeres além dela. E assim, Nova Olímpia era localidade derradeira antes da Serra, mas não prosperava devida a falta de infra-estrutura adequada.

Por ocasião da imigração japonesa ao Brasil, através de um acordo Brasil- Japão, uma vasta área de terras foi requerida por Kimoto Fugissawa e outros, que compreendia entre o Rio Sepotuba e a Serra de Itapirapuã ou Bocaiuval, no município de Barra do Bugres, território esse que consta como a planta inicial do Município de Tangará da Serra. Tal área era dividida em 25 glebas, cada uma destinada a uma família japonesa, com exceção de alguns brasileiros.

Ocorreu que, por ocasião da Segunda Guerra, ficando o Brasil e Japão em situações adversas, o projeto de colonização da referida área fora desativada com o requerimento indeferido para os japoneses, ficando apenas os brasileiros credenciados a prosseguiram com suas terras, sendo dessas glebas que se originou a colonização do território tangaraense, a partir de 1954.

Após a corrida pioneira, que se deu entre 1959 e 1963, a região que compreendia as glebas: Juntinho, Santa Fé e Santa Cândida começou a experimentar o sabor do progresso através da convergência de inúmeras famílias para a região continuou fluindo em bom ritmo. As primeiras rodovias foram abertas manualmente, pois não havia tratores de nenhuma ordem. No cerrado, os próprios pneus dos pequenos carros se encarregaram de demarcar estradas e, com o fluxo constante de veículos no mesmo lugar, estradas acabaram sendo abertas.

Tais caminhos interligavam Tangará, Progresso e Afonso, descendo a Serra de Itapirapuã até Nova Olímpia. A liderança política era exercida por militantes de Nova Olímpia e Barra do Bugres, tendo como líder maior o então Prefeito Wilson de Almeida, residente no Distrito de Nova Olímpia. Fonte: Autor do Histórico: MATEUS JOÃO WEBER