População estimada (2026)
27.396
Habitantes
Guia completo, dados e turismo em Rio Grande do Sul.
27.396
Habitantes
R$ 1,03 Bi
2.051,845
Quilômetros quadrados
Pampa
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Jaguarão faz parte da região turística Costa Doce Gaúcha, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Patrimônio cultural: 72 bens materiais cadastrados no SICG do IPHAN. O cadastro não implica tombamento ou abertura para visitação.
Sua viagem, na sua época · Sul
Estações marcadas, cultura e paisagens.
Frentes frias e chuva podem ocorrer ao longo do ano. Serra e litoral têm condições distintas; acompanhe alertas locais.
Litoral e parques são opções, com atenção a tempestades, balneabilidade e lotação das férias.
Cidades históricas, gastronomia e passeios de natureza podem ser combinados; leve roupa para mudanças de temperatura.
O frio pode ser intenso nas serras. Planeje cafés, museus e experiências culturais; neve não é garantida.
Festas culturais podem motivar a viagem, com datas confirmadas. Mantenha alternativas para chuva e acompanhe alertas.
Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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A cidade é geralmente segura, com um ambiente tranquilo e acolhedor.
Jaguarão é uma encantadora cidade no estado do Rio Grande do Sul, situada na região do Pampa e próxima à divisa com o Uruguai. Com uma população de 26.603 habitantes, a cidade é rica em história e cultura, possibilitando aos visitantes uma experiência única entre os legacy do passado militar e a beleza natural da região.
Uma impressionante construção histórica que remonta ao século XIX, conhecida por sua arquitetura e vitrais belíssimos.
O museu abriga uma coleção de itens que narram a história de Jaguarão e seus costumes, sendo um ótimo local para mergulhar na cultura local.
Uma praça central que é ponto de encontro da cidade, rodeada de lojas e cafés, ideal para um passeio relaxante.
A cidade pode ser acessada de carro pela BR-471 ou via ônibus a partir de outras cidades do estado.
Os visitantes podem desfrutar de caminhadas pelos parques, passeios pela beira do rio e explorar a fauna e flora do bioma Pampa.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar e planejar seus passeios. Comece por algumas opções cadastradas na cidade.
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Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
JAGUARÃO RIO GRANDE DO SUL Monografia - nº 021 Ano: 1955 ASPECTOS HISTÓRICOS Divergem opinões sobre o significado do vocábulo "JAGUARÃO". Para alguns, segundo Alfredo de Carvalho,seria o aumentativo português da palavra tupi "jaguar"= onça; segundo outros a corruptela da "jaguanharação" ou cão bravo ou onça brava, certo é que teve suas origens em um acampamento militar, como, aliás, o tiveram vários municípios do Estado do Rio Grande do Sul.
Deve seu primitivo nome, Guarda da Lagoa e do Cerrito, a um posto fortificado dos espanhóis situado a 6 quilômetros da atual cidade de Jaguarão. Aí, em 1801, devido as questões militares entre Portugal e Espanha, estabeleceram-se as forças do Coronel Marques de Sousa. Ajustada a paz em virtude de armistício, a coluna Marques de Sousa retirou-se, ficando apenas uma pequena guarda de 200 homens sob o comando do Tenente-coronel Jerônimo Xavier de Azambuja.
Foi o acampamento dessa guarda que, se estendendo até a eminência em que hoje assenta a cidade, deu início ao povoado. Posteriormente, o terreno ocupado pela nova povoação foi doado ao Governo pela Viscondessa de Majé, e compreende a área situada entre o arroio Lagões, a oeste; Quartel Mestre a leste, rio Jaguarão, ao sul; e a linha reta que une os dois pontos situados a meia légua de fundo contada da foz daqueles arroios.
Entre os homens ilustres nascidos em Jaguarão sobressai a figura de Joaquim Caetano da Silva, homem de ciência e historiógrafo, que nasceu em 20 de novembro de 1810 e morreu no Estado do Rio de Janeiro a 27 de fevereiro de 1873. Formação Administrativa Pela Resolução Régia, de 31 de janeiro de 1812, foi a povoação elevada a Freguesia, sob a denominação de Divino Espírito Santo do Cerrito, e a Vila, pela Lei de 6 de julho de 1832, com o nome de Jaguarão.
A vila prosperou rapidamente, tornando-se cidade pela Lei Provincial n.° 322, de 23 de novembro de 1855. SEGUNDO O quadro administrativo do País, vigente em 31 de dezembro de 1954, o Município de Jaguarão é composto de 1 único distrito, dividido em 4 zonas ou subdistritos. A comarca de Jaguarão, criada em 25 de outubro de 1872, é atualmente de 2.ª entrância, compreendendo os termos de Jaguarão e Arroio Grande.
Jaguarão tomou parte destacada em diversos acontecimentos militares de nossa História, entre os quais a Revolução Farroupilha em 1835 e a Invasão Uruguaia de 27 de janeiro de 1865, quando 1.500 caudilhos "blancos" invadiram e saquearam a cidade, chefiados por Basílio Munhoz. Foi nesta oportunidade que Jaguarão conquistou o título honroso de "Cidade Heróica", quando coronel manoel Pereira Vargas comandou a defesa da cidade. Fonte: IBGE