População estimada (2026)
25.088
Habitantes
Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.
25.088
Habitantes
R$ 428,87 Mi
1.594,651
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Pedra Azul faz parte da região turística Vale do Jequitinhonha, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Sua viagem, na sua época · Sudeste
Do litoral às serras, escolha a experiência.
Altitude e proximidade do mar mudam muito o clima. O inverno tende a ser menos chuvoso, sem excluir frentes frias.
Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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A cidade é considerada segura para turistas, com um ambiente tranquilo e acolhedor.
Pedra Azul é um destino encantador localizado em Minas Gerais, conhecido por suas paisagens naturais deslumbrantes e rica história cultural. Com uma população de 24.410 habitantes, a cidade é cercada pela exuberância da Mata Atlântica, oferecendo uma experiência única para os visitantes.
Uma fascinante gruta que apresenta pinturas rupestres atribuídas aos habitantes indígenas que viveram na região.
Localizada a 1 quilômetro do pico da Cabeça Torta, esta gruta também abriga vestígios de antigas habitações indígenas.
Histórica fazenda que remete aos primeiros habitantes da região, com uma rica herança cultural.
A melhor época é em abril, quando as temperaturas são amenas e a probabilidade de chuvas é baixa.
Sim, a cidade oferece diversas opções de hospedagem, desde pousadas aconchegantes até hotéis mais estruturados.
Além das grutas, você pode explorar trilhas, apreciar a fauna e flora locais e visitar as fazendas históricas da região.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar e planejar seus passeios. Comece por algumas opções cadastradas na cidade.
8 no diretório · algumas opções abaixo
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Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Pedra Azul Minas Gerais - MG Histórico Admite-se tenha sido a região do atual município de Pedra Azul primitivamente habitada por índios, uma vez que é comum encontrarem-se nas pedreiras existentes no território municipal amplas grutas que, ao que parece, serviram de habitação a silvícolas, pois apresentam as suas paredes internas cobertas de desenhos, embora já quase apagados pelo tempo, os quais são atribuídos a esses primitivos moradores.
Isto se verifica na Loca dos Caboclos, a 700 metros da cidade, e na Gruta da Lapa dos Caboclo, e na gruta da Lapa Pintada, a 1 quilometro do pico da cabeça Torta. Colatino Antunes de Oliveira, um dos primeiros povoadores do município, contava que, em 1888, ao passar pelo local onde hoje se acha a cidade de Pedra Azul, viu uma pequena taba de índios; porém não há documentação que comprove a que tribo pertenciam. A 8 quilômetros da cidade existe uma fazenda ainda denominada Aldeia, por se acreditar tenha sido, realmente, aldeamento indígena.
Conhece-se a história da cidade do regime monárquico para cá, quando então era ainda o arraial da Bôca da Caatinga, que foi o seu primeiro nome, pertencendo ao Município de Salinas. O primeiro povoador da região foi o português Manoel Machado, que no último quartel do século XVIII por ali aportou vindo da Bahia, para conhecer as propriedades do conde da Ponte.
Aí chegando, fundou a fazenda Carvalhada, onde viveu por muitos anos e, ao morrer, deixou duas filhas, uma das quais se casou com José Pereira, homem instruído para a época, professor vindo da Bahia. O primeiro lar levantado no município presume-se tenha sido em 1809, no povoado de Cateriongongo, por um português de nome Manoel José Botelho, vindo de Veredinha, município de Rio Pardo.
Em 1834, em procura das largas de Cateriongongo, abertas no ano anterior por um grande incêndio que durou 60 dias, entrou na região, procedente de Barra do Rio de Contas, Estado da Bahia, o padre Fernandes acompanhado de um grupo de escravos que tangiam 50 novilhas. O padre Fernandes, após abrir várias fazendas no município, dentre elas a da Vargem Grande, rumou para a região de Santa Rita de Medina, lançando ali os fundadores do atual município de Medina.
Em 1860, chega a região a família Antunes, natural de Gurutuba, município de Grão Mogol; em 1890, as famílias Faria, Veloso e Figueiredo, também procedentes de Gurutuba, e a família Almeida, vinda da Bahia. O motivo da migração dêsses elementos para aqueles rincões foi a procura de terras frescas para o cultivo e a criação de gado. E inestimável a contribuição destas famílias para o desenvolvimento local.
Não existe documentação e nem noticiário de como e nem por que surgiu a povoação de Caatinga, hoje Pedra Azul, podendo-se, embora, fixar em 1830 a existência de núcleos iniciais de população no município. Quando caiu o regime monárquico, ainda era chamado arraial de Nossa Senhora da Bôca da Caatinga, ou simplesmente, Caatinga. Em 1891, tinha o seu nome, sede e distrito alterados para Fortaleza. A evolução do lugar, paulatina e constante, deve-se ao grande desenvolvimento da pecuária e da agricultura.
Em 1911, foi sede da primeira exposição pecuária da região e vem sendo sucessivamente sede de outras exposições de igual teor, promovidas pela Associação Rural de Pedras Azul. Hoje o município encontra-se completamente desbravado, sendo significativa a sua situação econômica no Estado.
A localidade teve os seguintes nomes: Bôca da Caatinga, Nossa Senhora da Bôca da Caatinga, Caatinga, Fortaleza, devido talvez a Pedra da Rocinha, com uma altura de 200 metros e a 700 metros da cidade, que apresenta aspecto característico de um forte e, atualmente Pedra Azul, devido às riquezas minerais desta natureza, existentes no subsolo do território municipal. Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Catingas, pela Lei Provincial nº 2.565, de 03-01-1880, e Lei Estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Salinas.
Pela Lei Municipal de 1892, o distrito de Catingas tomou a denominação de Fortaleza. Elevado á categoria de vila coma denominação de Fortaleza, pela lei estadual nº 556, de 30-08-1911, desmembrado de Salinas. Sede no antigo distrito de Fortaleza. Constituído de 2 distritos: Fortaleza e Cachoeira do Pajéu, criado pela esta mesma lei acima citado. Instalado em 01-06-1912. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída de 2 distritos: Fortaleza e Cachoeira do Pajéu.
Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920. Elevado à condição de cidade com a denominação de Fortaleza, pela lei estadual nº 893, de 10-09-1925. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Fortaleza e Cachoeira do Pajéu. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. No quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual nº 88, de 30-03-1938, figura no município de Fortaleza o distrito de Santa Rita do Medina.
Pelo Decreto-Lei Estadual nº 148, de 17-12-1938, desmembra do município Fortaleza o distrito de Santa Rita do Medina. Elevado à categoria de município com a denominação de Medina. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Fortaleza e Cachoeira do Pajéu. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 1058, de 31-12-1943, o município de Fortaleza passou a denominar-se Pedra Azul.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município já denominado Pedra Azul é constituído de 2 distritos: Pedra Azul e Cachoeira do Pajéu. Pela Lei nº 336, de 12-12-1948, o distrito de Cachoeira do Pajéu passou a denominar-se André Fernandes. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Pedra Azul e André Fernandes (ex-Cachoeira de Pajéu). Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Pedra Azul o distrito de André Fernandes. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Alteração toponímica distrital Catingas para Fortaleza, alterado pela Lei Municipal de 1892. Alteração toponímica municipal Fortaleza para Pedra Azul alterado pelo Decreto-Lei Estadual nº 1058, de 31-12-1943. Fonte: IBGE