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Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Paraty faz parte da região turística COSTA VERDE, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Patrimônio cultural: 55 bens materiais cadastrados no SICG do IPHAN. O cadastro não implica tombamento ou abertura para visitação.
O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA
Do litoral às serras, escolha a experiência.
Para roteiros urbanos e culturais, considere os meses geralmente menos chuvosos. Praia e serra pedem escolhas diferentes.
Orientação regional · Referência de planejamentoA chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.
A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
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Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.
Todos os eventos de Paraty →Relativamente segura, mas é sempre bom estar atento aos pertences pessoais.
Parati, uma joia colonial do estado do Rio de Janeiro, é um destino que encanta pela sua rica história, belezas naturais e arquitetura preservada. Situada na costa da Mata Atlântica, a cidade convida os visitantes a explorar suas ruas de paralelepípedos, o centro histórico e as deslumbrantes ilhas e praias da região.
Área rica em história, com construções coloniais e igrejas seculares que remontam ao período do ciclo do ouro.
Praia popular entre os turistas, ideal para relaxar e aproveitar o sol.
Local onde você pode degustar as melhores cachaças artesanais da região e conhecer o processo de produção.
Paraíso natural com praias isoladas e trilhas na floresta, ideal para quem busca aventura e natureza.
A melhor maneira de se locomover é a pé, já que o centro histórico é pequeno e acessível. Para visitas a praias mais distantes, táxis aquáticos ou barcos são opções viáveis.
Sim, a maioria das praias é segura para nadar, mas verifique as condições do mar e siga sempre as orientações dos locais.
Seu destino, na prática
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Parati Rio de Janeiro - RJ Histórico O território do atual Município de Parati era ocupado, à época do descobrimento, pelo indígenas Guaianás, que se estendiam para o Norte até Angra dos Reis e para o Sul até o Rio Cananéia do Sul. Desde princípios do século XVI, portugueses vindos da Capitania de São Vicente instalaram-se na região.
Com a descoberta do ouro nas "gerais", Parati tornou-se ponto obrigatório para os que vinham do Rio de Janeiro em demanda das minas, uma vez que esse era o único local em que a Serra do Mar podia ser transposta, através de uma antiga trilha dos Guaianás, pela Serra do Facão e o local em que hoje fica a Cidade de Cunha, em São Paulo, e atingindo o Vale do Paraíba, em Taubaté - depois em Pindamonhangaba e Guaratinguetá - e daí os sertões das "gerais".
Foi esse o caminho trilhado por Martim Correia de Sá, filho do governador Salvador de Sá, à frente de 700 portugueses e 2.000 índios Tamoios na região das minas. Segundo a tradição, as primeiras sesmarias em terras de Parati foram concedidas pelo Capitão-Mor Joaquim Pimenta de Carvalho, em nome do Conde da Ilha do Príncipe, donatário da Capitania de São Vicente, a alguns moradores da Vila de Nossa Senhora da Conceição de Angra dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição pertenciam.
O primeiro núcleo organizado de povoamento surgiu num morro "distante 25 braças para o Norte do Rio Perequê-Açu", onde, em princípios do século XVII, foi São Roque. Posteriormente, seus moradores transferiram-se para local mais favorável e construíram, por volta de 1646, um templo sob o oratório de Nossa Senhora dos Remédios, em terreno doado por Maria Jácome de Melo. Graças à sua situação de caminho único para o Vale do Paraíba e as Minas para quem vinha do Norte, a povoação prosperou rapidamente.
Os paulistas do Vale desciam a Serra com os produtos de sua lavoura para negociá-los e ali adquirir os artigos de que necessitavam. Seu porto era muito freqüentado, fazendo-se grande comércio de café, arroz, milho, feijão, aguardente e farinha. Por ali escoava-se grande parte do ouro das Minas, tanto que uma Carta Régia de 9 de maio de 1703 nela criou um Registro de Ouro, extinguindo todos demais, salvo o de Santos.
Em 1660, um paratiense decidido, o Capitão Domingos Gonçalves de Abreu, levantando-se contra a Vila de Angras dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição estava sujeito o povoado, requereu diretamente ao Capitão-Mor da Capitania de São Vicente a sua elevação à categoria de Vila e, sem esperar resposta, erigiu às suas custas o pelourinho, símbolo de autonomia e autoridade.
Durante sete anos a Câmara de Angra dos Reis lutou contra esse ato de rebeldia, mas uma Carta Régia de 28 de fevereiro de 1667 reconheceu a autonomia já de fato conquistada pelos "levantados" de Parati. Criada em 1720 a capitania de São Paulo, desmembrada do Rio de Janeiro, a ela foi adjudicada a Vila de Parati.
No entanto, como a administração da justiça continuasse a cargo do Ouvidor-Geral da capitania do Rio de Janeiro, que dela não abria mão, a Câmara da Vila, diante dos inconvenientes que surgiam dessa dualidade de jurisdição, solicitou sua anexação à última, o que foi concedida por Ordem Régia de 8 de janeiro de 1827.
Um paratiense, o Capitão Francisco do Amaral Gurgel, que partira às suas custas com um reforço de 500 homens e 80 escravos em defesa da Cidade do Rio de Janeiro, atacada pela esquadra francesa de Dugiay-Trouin, que a ocupara em 12 de setembro de 1711, negociou o resgate exigido pelos franceses para se retirarem: 610 mil cruzados, mil caixas de açúcar e 200 bois.
Depois da abertura, na segunda década do século XVIII, do "caminho novo" para as Minas Gerais, o qual partindo do Rio de Janeiro através da Serra dos Órgãos, Paraíba (do Sul) e Borda da Campo (Barbacena), encurtava para 15 dias a jornada para os sertões do ouro, Parati sofreu o primeiro declínio. Ainda assim, continuou importante porto de mar até fins do século XIX. As caravelas que vinham da Europa ali faziam escala quase obrigatória.
Companhias líricas vinham da Europa representar no teatro de Parati, que também recebeu atores nacionais do vulto de João Caetano. Continuavam a chegar imigrantes às suas terras férteis. Por volta de 1863 ainda existiam 12 engenhos e 150 fábricas de aguardente. Com a abolição da escravatura, em 1888, e o êxodo dos trabalhadores rurais, verificou-se o colapso de sua economia, baseada na cultura da cana e do café. Em conseqüência do abandono das terras, vários cursos de água tiveram seus leitos obstruídos, ficando as várzeas férteis sujeitas a inundações.
A partir de 1954, com a abertura de uma estrada carroçável para Cunha, na direção do antigo caminho colonial da Serra, vem-se processando lentamente o soerguimento econômico do Município, tanto pela recuperação das lavouras, como pela afluência de turistas, vindos principalmente de São Paulo.
A precariedade do transporte marítimo, único meio de comunicação de Parati com os demais municípios fluminenses, provocou, no princípio da década de 1960, um movimento a favor de uma revisão administrativa que desmembrasse o Município do Estado do Rio de Janeiro e o fizesse voltar a integrar o território do Estado de São Paulo. A abertura da estrada para Angra dos Reis veio romper esse isolamento e permitir prever para breve novo surto de progresso para o Município.
Pela sua situação geográfica e riqueza de suas terras, Parati tem condições excepcionais para retomar o lugar de relevo que ostentou outrora no conjunto das localidades fluminenses. Gentílico: paratiense. Formação Administrativa Freguesia criada com a denominação de Parati, por carta régia de 28-02-1667, e pelos decretos estaduais nº 1, de 08-05-1892 e nº 1-A, de 03-06-1892. Elevado à categoria de vila com a denominação de Parati, por carta régia supracitada. Sede na vila de Parati. Constituído do distrito sede.
Pela lei provincial nº 63, de 17-12-1836, é criado a freguesia de São João Batista de Mamaguá e anexado à vila de Parati. Pelo decreto provincial nº 658, de 14-10-1853, o distrito de São João Batista de Mamaguá passou a denominar-se Parati Mirim. Elevado à condição de cidade com a denominação de Parati, pela lei provincial de nº 302, de 11-03-1844, e confirmado pelo decreto estadual de nº 28, de 03-01-1890. Pela lei estadual nº 849, de 27-10-1908, é criado o distrito de São Gonçalo e anexado ao município de Parati.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Parati é constituído de 3 distritos: Parati, Parati-Mirim, ex-São João Batista de Mamaguá, e São Gonçalo. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-Xll-1936 e 31-Xll-1937. Pelo decreto estadual de nº 641, de 15-12-1938, o distrito São Gonçalo passou a denominar-se Humaitá. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Parati, Parati-Mirim e Humaitá, ex-São Gonçalo.
Pelo decreto-lei estadual nº 1.056, de 31-12-1943, o distrito de Humaitá passou a denominar-se Tarituba. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Parati, Parati-Mirim e Tarituba ex-Humaitá. . Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Em "Síntese" de 31-XII-1994, o município é constituído de 3 distritos: Parati, Parati-Mirim e Tarituba. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Fonte: IBGE