Sudeste Região de Colatina

Tudo sobre Colatina

Guia completo, dados e turismo em Espírito Santo.

População (2022)
120.033
PIB Total
R$ 4,38 Bi
Per Capita
R$ 36.475,85
Área (km²)
1.423,300
IDH / Bioma
Mata Atlântica
📅

Quando ir

setembro

O clima está mais ameno e os eventos culturais e festivais locais são mais frequentes.

🛡️

Segurança

Colatina é considerada uma cidade segura para visitantes, com baixa incidência de crimes em áreas turísticas.

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Custo Médio

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Colatina, localizada no estado do Espírito Santo, é um destino turístico que encanta com suas belezas naturais e rica história. Celebrada por sua posição à beira do Rio Doce e envolta pela exuberante Mata Atlântica, a cidade oferece uma combinação perfeita de aventura e cultura. Venha descobrir os encantos de Colatina!

Principais Atrações

Praça da Igreja Matriz

Um belo espaço que abriga a icônica Igreja Matriz de Colatina, ideal para passeios e fotos.

Rio Doce

O majestoso Rio Doce é perfeito para atividades como pesca, caminhadas e passeios de barco.

Parque de Esportes Radicais

Um espaço dedicado a atividades radicais, incluindo tirolesa e escaladas, atraindo amantes da aventura.

Museu de Colatina

Um local que preserva a história e cultura da cidade, com exposições de artefatos históricos e culturais.

Dúvidas Comuns

? Qual é a melhor forma de chegar a Colatina?

A cidade é acessível de carro ou ônibus a partir de Vitória e outras cidades do Espírito Santo.

? Existem opções de hospedagem em Colatina?

Sim, Colatina oferece diversas opções de hospedagem, incluindo hotéis e pousadas.

? Quais atividades ao ar livre são recomendadas?

Recomenda-se caminhadas pelas trilhas do Parque Nacional da Serra do Gorgulho e passeios ao longo do Rio Doce.

Como Chegar

🚌

Terminal Rodoviário

Estação Rodoviária Alderico Tedoldi - Colatina Tel: (27) 3721-1202

Rdv Colatina, s/n
Centro - Colatina - ES - CEP: 29700-193

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Colatina

Espirito Santo - ES

Histórico

Durante muito tempo o Rio Doce desempenhou no estado do Espírito Santo o papel de limite natural entre a zona povoada e a região desconhecida do norte. A história do desbravamento do município de Colatina está intimamente ligada às tentativas de colonização do vale do Rio Doce.

Uma das primeiras incursões nas terras que constituem o atual município de Colatina deve-se ao capitão Antônio Pires da Silva Pontes Leme que, no governo da Capitânia do Espírito Santo, tentou o levantamento do Rio Doce e a abertura de uma estrada até Minas Gerais. Ordenou, também, a instalação dos postos militares de Regência Augusta, Porto do Souza e Lorena; na margem esquerda do Rio Doce iniciou uma povoação que primitivamente teve o nome de Coutins e, mais tarde, o de Linhares.

Uma tentativa mais direta do povoamento do solo colatinense verificou-se por volta de 1857, sob a orientação de Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite, que lançou os fundamentos da Transilvânia, nas terras adjacentes aos rios Pancas e São João. Essa frente pioneira, entretanto, não chegou a alcançar Colatina.

Só em 1888 e, mais tarde, em 1894 chegaram alguns imigrantes para a ocupação das terras devolutas do Rio Doce. A colônia de Limão, a mais próxima de Colatina, foi assolada pela matéria, e os colonos, por isso, imigraram.

Entretanto, o povoamento definitivo de Colatina processou-se pelo Santa Maria, obedecendo à natural expansão de uma outra ala pioneira oriunda de Santa Leopoldina. A partir dos núcleos iniciais de Santa Leopoldina, Porto de Cachoeira e de Santa Isabel, estendeu-se uma colonização alemã por toda a bacia dos rios Jucu e Santa Maria de Vitória, a qual, já em 1891, iniciava no local onde atualmente se ergue a cidade de Santa Leopoldina a primeira derrubada para a medição de lotes. Para estes serviços construiu-se um barracão e o local ficou conhecido por ?Barracão de Santa Maria?.

O município de Linhares compreendia, então, toda esta região até Escadinhas. Em 1899, foi esse povoado elevado a sede do distrito, a que se denominou Colatina, homenagem prestada pelo Engenheiro Gabriel Emílio da Costa a D. Colatina, esposa do governador Muniz Freire. A construção da Estrada de Ferro Vitória-Minas alcançou Colatina em 1906, três anos depois de iniciada, abrindo grande possibilidade para o povoamento do Rio Doce.

Dez anos mais tarde, colonos alemães oriundos da região serrana do Espírito Santo atingiram as cabeceiras do Mutum e do Panquinhas, na região norte do rio Guandu. O movimento pioneiro, entretanto, só se desenvolveu a partir de 1928, quando foi construída a ponte sobre o Rio Doce, e Colatina já assumia então a sua posição de cidade chave para o acesso da região norte do Rio Doce.

Por volta de 1916, ocorreu na vila um fato digno de menção. Após o pleito estadual em que foi eleito Bernardino Monteiro, os derrotados Coronel Alexandre Calmon e Pinheiro Júnior chefiaram a revolta do ?Xandoca? , que instalou em Colatina o governo de Pinheiro Junior. Em 29 de junho do mesmo ano a rebelião foi dominada. Em 1921, a vila foi elevada a categoria de cidade e o município passou a denominar-se Colatina (30-12-1921).

Gentílico: colatinense

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Linhares, por decreto de 26-08-1818.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Linhares, pela resolução do conselho do governo de 02-04-1833. Com sede na povoação de Linhares. Constituído de distrito sede da povoação de Linhares. Instalado em 21-08-1833.

Pela lei municipal de 26-12-1895, é criado o distrito de Mutum e anexado à vila de Linhares.

Pela lei municipal de 27-01-1905, é criado o distrito de Acioli de Vasconcelos e anexado à vila de Linhares.

Pela lei estadual nº 488, de 22-11-1907, transfere a sede da povoação de Linhares para a povoação de Colatina.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Linhares é constituída de 6 distritos: Linhares, Acioli de Vasconcelos, Regência (ex-Barra do Rio), Colatina, Mascarenhas e Mutum.

Pela lei estadual nº 1045, de 09-12-1915, é criado o distrito de Baixo Guandu e anexado à vila de Linhares.

Pela lei estadual nº 1093, de 05-01-1917, é criado o distrito de Baunilha e anexado à vila de Linhares.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-09-1920, a vila de Linhares é constituída de 8 distritos: Linhares, Acioli de Vasconcelos, Baixo Guandu, Baunilha, Colatina, Mascarenhas, Mutum e Regência.

Pela lei estadual nº 1307, de 30-12-1921, a vila de Linhares passou a denominar-se Colatina.

Elevado à condição de cidade, pela lei estadual nº 1317, de 30-12-1921.

Pela lei estadual nº 1381, de 04-07-1923, é criado o distrito de Lage e anexado ao município de Colatina.

Pela lei estadual nº 1486, de 05-09-1924, é criado o distrito de Nossa Senhora da Penha e anexado ao município de Colatina.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de é constituído de 9 distritos: Colatina, Baunilha, Baixo Guandu, Lage, Linhares, Mascarenhas, Mutum, Nossa Senhora da Penha e Regência. Menos o distrito de Acioli de Vasconcelos, transferido para o município de Pau Gigante.

Pelo decreto estadual nº 6152, de 10-04-1935, desmembra do município de Colatina o distrito de Baixo Guandu. Elevado à categoria de município.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937 o município é constituído de 8 distritos: Colatina, Baunilha, Lage, Linhares, Mutum, Mascarenhas, Nossa Senhora da Penha e Regência.

Pelo decreto-lei estadual nº 9222, de 31-03-1938, o distrito de Nossa Senhora da Penha passou a denominar-se Santa Luzia. Sob o mesmo distrito, transfere o distrito de Mascarenhas do município de Colatina para o de Baixo Guandu.

Pela lei estadual nº 9941, de 11-11-1938, é criado o distrito do Alto Rio Novo e anexado ao município ao município de Colatina.

Pela lei estadual nº 15177, de 31-12-1943, desmembra do município Colatina os distritos de Linhares e Regência para formar o município de Linhares. Sob a mesma lei o distrito de Lage passou a denominar-se Itapina, Santa Luzia a denominar-se Pancas e o distrito de Mutum a denominar-se Boapaba.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 6 distritos: Colatina, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Itapina e Pancas.

Pela lei estadual nº 265, de 22-10-1949, são criados os distritos de Águia Branca, Lajinha, São Domingos e São Gabriel e anexados ao município de Colatina.

Em divisão territorial datada de 01-07-1950, o município é constituído de 10 distritos: Colatina, Águia Branca, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Itapina, Lajinhas, Pancas, São Domingos e São Gabriel.

Pela lei estadual nº 777, de 29-12-1953, desmembram do município de Colatina os distritos de Pancas e Alto Rio Novo. Para formar o novo município de Pancas. Sob a mesma lei desmembra do município de Colatina o distrito de São Domingos. Elevado à categoria de município.

Pela lei estadual nº 779, de 29-12-1953, são criados os distritos de Governador Lindenberg, Novo Brasil, Marilândia e anexados ao município de Colatina.

Por decisão do Supremo Tribunal Federal, Acordão de 04-05-1955, foi anulada a criação dos municípios de Pancas e São Domingos, voltando a ser distritos de Colatina os distritos de Pancas, Alto Rio Novo e São Domingos.

Em divisão territorial datada de 01-07-1955, o município é constituído de 13 distritos: Colatina, Águia Branca, Alto Rio Novo, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Itapina, Lajinha, Marilândia, Novo Brasil, Pancas, São Domingos e São Gabriel.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-07-1960.

Pela lei estadual nº 1837, de 21-02-1963, desmembram do município de Colatina os distritos de Pancas, Alto Rio Novo e Lajinha para formar o novo município de Pancas. Sob a mesma lei desmembra do município de Colatina os distritos de São Gabriel e Águia Branca para formar o novo município de São Gabriel do Palha, ex-São Gabriel.

Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 7 distritos: Colatina, Baunilha, Boapaba, Itapina, Marilândia, Novo Brasil e São Domingos.

Pela lei estadual nº 1919, de 31-12-1963, são criados os distritos de Ângelo Frechiani, Governador Lindenberg, Graça Aranha e Sapucaia e anexados ao município de Colatina.

Em divisão territorial datada de I-I-1979, o município é constituído de 11 distritos: Colatina, Ângelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Marilândia, Novo Brasil, São Domingos e Sapucaia.

Pela lei estadual nº 3345, de 14-05-1980, desmembram de Colatina os distritos de Marilândia e Sapucaia. Para formar o novo município de Marilândia.

Em divisão territorial datada de 18-08-1988, o município é constituído de 9 distritos: Colatina, Ângelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Novo Brasil e São Domingos.

Pela lei estadual nº 4347, de 30-03-1990, desmembra do município de Colatina o distrito de São Domingos. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 01-06-1995, o município é constituído de 8 distritos: Colatina, Ângelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Governador Lindenberg, Graça Aranha, Itapina, Novo Brasil.

Pela lei estadual nº 5638, de 11-05-1998, desmembram do município de Colatina os distritos de Governador Lindenberg e Novo Brasil para formar o novo município de Governador Lindenberg.

Em divisão territorial datada de 14-05-2001, o município é constituído de 6 distritos: Colatina, Ângelo Frechiami, Baunilha, Boapaba, Graça Aranha e Itapina.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Transferência de sede

Linhares para povoação de Colatina, transferido pela lei estadual nº 488, de 22-11-1907.

Alteração toponímica municipal

Linhares para Colatina alterado, pela lei estadual nº 1307, de 30-12-1921.

Fonte: IBGE