Norte Região de Guaraí

Tudo sobre Centenário

Guia completo, dados e turismo em Tocantins.

População (2022)
2.131
PIB Total
R$ 64,56 Mi
Per Capita
R$ 30.294,23
Área (km²)
1.954,700
IDH / Bioma
Cerrado
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Quando ir

Julho

O clima é mais ameno e seco, ideal para atividades ao ar livre e festas locais.

🛡️

Segurança

Cidade tranquila, com baixo índice de criminalidade.

💸

Custo Médio

💰💰💰💰💰

Bem-vindo a Centenário, uma charmosa cidade situada nas vastas planícies do Cerrado tocantinense. Com uma população de aproximadamente 2.131 habitantes, Centenário oferece uma rica história que remonta aos anos 60, quando começou a se formar a partir de uma antiga fazenda. A cidade é um ótimo destino para quem busca cultura, tradição e um contato direto com a natureza.

Principais Atrações

Igreja de São Sebastião

Uma bela construção que representa a fé e a devoção da população local.

Praça Central

Um espaço acolhedor para famílias, com áreas verdes e eventos comunitários.

Cerrado Brasileiro

Explore o bioma do Cerrado, com sua rica flora e fauna, ideal para trilhas e fotografia.

Dúvidas Comuns

? Qual é a melhor maneira de chegar a Centenário?

A cidade pode ser acessada de carro ou ônibus, com estradas bem conservadas.

? Existem opções de hospedagem?

Sim, há pousadas e pequenas hospedagens disponíveis na região.

? Quais são os pratos típicos da região?

A culinária local oferece delícias como peixe na brasa, arroz com pequi e pratos à base de carne de sol.

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Economia e Empresas

Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Centenário?

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Centenário

Tocantins - TO

Histórico

A história da cidade é marcada a partir dos anos 60, quando Centenário era apenas uma fazenda, e em decorrência da quantidade de famílias lá existentes, alguns moradores começaram a reivindicar melhorias para o futuro povoado. Sobressaiu o Senhor Gustavo Costa, por ser um representante político da região, este reivindica às autoridades de Itacajá o serviço de escola pública, não conseguindo, faz contato com um vereador do município que o indica uma professora para dar aulas em sua fazenda. A escola passa a funcionar em sua propriedade, onde o objetivo era alfabetizar seus filhos, esposa, e alcançando também os filhos de vizinhos.

Baseado nos costumes agrícolas, época definida com o plantio e colheita da agricultura de subsistência, a escola rural foi adequada às necessidades dos moradores do lugar, que reivindicaram o seu funcionamento a cada três meses, pois os demais eram reservados para o plantio e colheita das roças, e assim a escola na Fazenda Nova Iorque atendeu aos anseios dos moradores.

Logo depois a Prefeitura de Itacajá constrói uma escola no ano de 1984, dando-lhe o nome de Escola Gustavo Costa, em homenagem ao fazendeiro, por este ter sido um representante político da região e também um dos idealizadores.

O povoado começa a se desenvolver em razão da Escola Gustavo Costa, atraindo mais e mais pessoas que buscavam novos conhecimentos para seus filhos, iniciando o processo de construção de casa rústicas de taipa e palha para os alunos ficarem no período escolar. A Senhora Sebastiana Wanderley, consta como a primeira professora do povoado.

Os primeiros moradores a residir na cidade foram: Ana Joaquina, pioneira em Centenário, residente no povoado desde 15 de maio de 1984, com finalidade de zelar pelo recém criado prédio Escolar, incentivando os filhos a estudarem. Vale ressaltar que antes do povoado, a senhora Ana Joaquina já morava na fazenda Mato Verde, município de Itacajá, próximo à sede atual do município; Aldenor Pereira, na região desde 1959, mudando-se para o povoado em 1985, também em função do Colégio, sendo professor e também responsável pela escola, no ano de 1989. O professor torna-se vereador de Itacajá, sendo representante municipal do povoado; Sebastiana Wanderley Ferreira, esposa do senhor Aldenor, mudando para o povoado com o mesmo propósito do esposo, ser professora da recente escola construída, em 1983 é eleita a primeira vice-prefeita da cidade até o ano de 1996.

Gustavo Costa, pecuarista e representante político, na região desde 1942, esposo da senhora Florisbela, sendo um idealizador e reivindicador de melhorias para a localidade, faleceu em 1980. Em 1984 o prefeito de Itacajá Masolene da Rocha, homenageia-o, dando seu nome a Escola.

Florisbela Costa, viúva de Gustavo mora nas proximidades da atual cidade, desde 1947, quando se casou e teve 12 filhos. Podemos citar também, o senhor Silvino Pereira da Rocha residente na região desde 1953, também participou de todo processo histórico da cidade.

Gentílico:

Formação Administrativa

O povoado teve seu desmembramento da cidade de Itacajá em, 20 de fevereiro de 1991.

Através do Art. 18 do ato das disposições Constitucionais Transitórias, foi criado o Município com o nome de Centenário a ser desmembrado do Município de Itacajá, passando assim a ter autonomia política e administrativa, e através da Lei nº 251 de 20/02/1991 foram definidos seus limites e confrontações.

O Município foi instalado no dia 01/01/1993 com a instalação da Câmara Municipal e em seguida da posse do primeiro Prefeito.

Fonte: Prefeitura Municipal

Autor do Histórico: ERILDO VICENTE DE OLIVEIRA