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Sudeste • Região de Itajubá

Tudo sobre Sapucaí-Mirim

Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.

Acontecendo agoraNa agenda de MG

Ainda dá tempo de viver esse encontro.

Festa dos Cincos Santos

a 12 de out · Indianópolis / MG

Quero conhecer
Datas da edição cadastrada. Confira a programação antes de ir.Explorar a agenda →
Conheça o destino

Retrato do município

População estimada (2026)

6.477

Habitantes

PIB Total (2023)

R$ 174,27 Mi

Per capita (2023)R$ 27.614,31

Área (km² · 2025)

285,073

Quilômetros quadrados

Bioma

Mata Atlântica

Ambiente natural

Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.

Conheça a região

Turismo e serviços locais

Sapucaí-Mirim faz parte da região turística Serras Verdes do Sul de Minas, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.

Explore outros municípios dessa região:

Prestadores na base do Cadastur

  • 1Agências de turismoSegundo Trimestre 2026
  • 4Meios de hospedagemSegundo Trimestre de 2026
  • 1Restaurantes, cafeterias e baresSegundo Trimestre 2026

Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.

O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA

Quando visitar Sapucaí-Mirim

Do litoral às serras, escolha a experiência.

MELHOR ÉPOCA · PELO TIPO DE EXPERIÊNCIA

Abril a setembro · passeios e cultura

Para roteiros urbanos e culturais, considere os meses geralmente menos chuvosos. Praia e serra pedem escolhas diferentes.

Orientação regional · Referência de planejamento

Outubro 2026Mês atual

OUTRAS POSSIBILIDADES

Cultura e sabores locais

A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.

Novembro 2026Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Cultura e sabores locais

A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Dezembro 2026Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Cultura e sabores locais

A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

O que considerar antes de ir

No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Janeiro 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Cultura e sabores locais

Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

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No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

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Fevereiro 2027Planeje com antecedência

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Cultura e sabores locais

Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.

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Março 2027Planeje com antecedência

OUTRAS POSSIBILIDADES

Cultura e sabores locais

Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.

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No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

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Abril 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Cultura e sabores locais

Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.

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Maio 2027Planeje com antecedência

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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.

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Junho 2027Planeje com antecedência

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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.

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No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

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Julho 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Cultura e sabores locais

Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

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Agosto 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

Cultura e sabores locais

Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.

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DATAS QUE VIRAM VIAGENS

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Setembro 2027Planeje com antecedência

PERÍODO EM DESTAQUE

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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.

QUANDO REPENSAR O ROTEIRO

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No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Aqui e nos arredores

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Planejamento sazonal, não previsão do tempo. Altitude e proximidade do mar mudam muito o clima. O inverno tende a ser menos chuvoso, sem excluir frentes frias. Eventos se referem às datas da edição cadastrada; confirme a programação antes de reservar.

Consulte previsão e avisos · Clima no Guia do Brasil · Agenda da cidade

DATAS QUE VIRAM VIAGENS

Na agenda de Sapucaí-Mirim

Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.

Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.

Todos os eventos de Sapucaí-Mirim →
🛡️

Segurança

Sapucaí-Mirim é uma cidade tranquila, com baixo índice de criminalidade e ambiente seguro para turistas.

💸

Custo Médio

💰💰💰💰💰

Descubra Sapucaí-Mirim, uma charmosa cidade localizada no coração da Mata Atlântica, em Minas Gerais. Com uma população de 6.311 habitantes, a cidade é rica em história e beleza natural. Desde os tempos dos bandeirantes, sua origem remonta ao século XVIII, formando-se a partir de um povoado dedicado à agricultura e pecuária, onde o rio Sapucaí Mirim proporcionava abundância de recursos. Venha explorar suas tradições e encantos!

Principais Atrações

Igreja Matriz de Sant'Ana

Uma bela igreja que homenageia a padroeira Sant'Ana, local central da cultura e história local.

Cachoeira do Ribeirão

Um ótimo lugar para relaxar em meio à natureza, perfeita para piqueniques e banhos refrescantes.

Rio Sapucaí Mirim

Ideal para a prática de esportes aquáticos e pesca, o rio é um dos principais atrativos naturais da região.

Dúvidas Comuns

? Qual é a principal atração turística em Sapucaí-Mirim?

A Igreja Matriz de Sant'Ana é, sem dúvida, a principal atração, além das belezas naturais como a Cachoeira do Ribeirão.

? Sapucaí-Mirim tem opções de hospedagem?

Sim, a cidade oferece algumas pousadas e pequenos hotéis que garantem conforto e acesso fácil aos pontos turísticos.

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Como chegar

Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.

Onde ficar Hospedagens em Sapucaí-Mirim Consulte hotéis, pousadas, campings, hostels, chalés e spas cadastrados. Ver opções →

Seu destino, na prática

Explore Sapucaí-Mirim

Encontre lugares para comer, ficar, cuidar de você e do seu pet. Explore as opções cadastradas na cidade.

Restaurantes

5 no diretório · algumas opções abaixo

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Lanchonetes e cafés

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Bares

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Hospedagens

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Agências e passeios

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Cantinho dos Pets

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Economia e Empresas

Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Sapucaí-Mirim?

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

1.História As primeiras notícias acerca da região datam do início do século XVIII e devem sua origem a penetração de bandeirantes à procura do ouro das Minas Gerais. Sapucaí Mirim, como as demais cidades da região, tem como desbravador o bandeirante Gaspar Vaz da Cunha, "O Oyaguara". 2.De Povoado de Sant’Ana a Município de Sapucaí Mirim No começo do século XIX, as terras férteis e o ótimo clima atraíam os colonos, que se dedicavam à lavoura e pecuária.

Além disto, o rio Sapucaí Mirim, onde a pesca era farta e variada, fez com que ali se originasse os primeiros núcleos de população. Dando origem ao povoado que logo se denominou "SANT´ANA do Paraíso", tendo como padroeira a Nossa Senhora Sant’Ana.

Dada a crescente povoação, vários outros residentes, fizeram a doação do patrimônio para formação do arraial, mandando edificar uma matriz em honra à padroeira Sant’Ana e ao rio Sapucaí Mirim, em cujo vale está localizada a atual cidade. 3.Histórico Detalhado (30/12/1958) Sapucaí Mirim, primeiramente denominada Santana do Paraíso e posteriormente Sant´Ana do Sapucaí Mirim , deve sua origem a penetração dos antigos bandeirantes em sua demanda a busca de minérios na região de Minas Geris , segundo reza a tradição.

Está situada no vale do Rio Sapucaí Mirim, o qual lhe empresta o nome. Os seus fundadores ,Bandeirantes,que partiram do município paulista de Taubaté, isto é, precisamente em 1853, tão logo aqui chegados localizaram -se no local denominado "Guarda Velha".

Como o local confinava com o município mineiro de Camanducaia (então denominado Jaguari), existiam no referido local muitos posseiros vindos desses Municípios confinantes, e não tardou que se originassem disputas entre os possiantes de Camanducaia e os desbravadores paulistas, questões essas certamente motivadas pelas divisas de terrenos apossiados.

Não obstante essas disputas, os bandeirantes aqui conseguiram se fixar, dando dessa forma origem ao povoado que logo se denominou Sant´Ana do Paraíso, tendo como padroeira do lugar a Nossa Senhora de Santana, construindo também a Matriz de Sant´Ana, dada a crescente povoação do lugar. Uma das coisas que até hoje tem intrigado todos os que aqui passam é a denominação do lugar. Ninguém até a presente data conseguiu explicar e definir a etimologia do nome do lugar.

Sabe-se somente que o nome é de origem indígena, nome esse dado ao rio que corta o município e a cidade, sem que ninguém, entretanto consiga dar o seu significado. Antes da vinda dos exploradores paulistas, o local era habitado por tribus indígenas, conforme provas as descobertas de diversos utensílios utilizados pelos mesmos.

Entre essas descobertas citamos uma panela de barro, tipicamente indígena, descoberta pelo Senhor Miguel Luiz Moliterno em terrenos de sua propriedade, o que vem mais uma vez comprovar a antiga existência da vida indígena na localidade. Não se pode precisar qual a tribo a que pertenciam, mas supõe-se, segundo diversos estudiosos do assunto locais, que seja uma tribo desgarrada da raça dos coianazes, que habitava as beiras da serra da Mantiqueira, linha divisória entre Minas e São Paulo nesta região.

Não se pode igualmente presumir a que classe de atividade se dedicavam, porquanto não se encontraram quaisquer indícios que orientasse o pesquisador nesse sentido, Supõe-se no entanto, que tenham se dedicado a lavoura, embora não seja a atividade predominante no município atualmente, levando-se a tal crença o estado cansativo das terras do município todo. Ignora-se ainda a data em que registrou o desaparecimento total da raça indígena que habitava a localidade.

Conforme já ficou esclarecido, a origem do município se deve a penetração dos antigos bandeirantes, oriundos do município paulista de Taubaté. Segundo documentos existentes na Paróquia de Santana, deste município, os desbravadores paulistas aqui se fixaram em 1853, e tinham como objetivo a procura de minérios preciosos, fixando-se no local denominado Guarda-Velha.

Com a sua fixação no local, surgiram, em conseqüência, os núcleos e pequenas povoações em determinada área, notando-se maior agrupamento nas margens do Rio Sapucaí Mirim (como era então conhecido o rio cuja denominação conserva-se até hoje). Isto teve como resultado a formação da vila, ou como era mais conhecida, da Capela Santana.

Como sempre acontecia, como aqueles desbravadores paulistas, assim como possantes de Camanducaia que aqui existiam e mais tarde se imiscuíram, e se solidarizaram-se pela formação do lugar a par com a sua valentia, coragem e vontade férrea para o trabalho e outros misteres, possuíam também o espirito religioso, tinham suas virtudes e eram tomentes ao seu principio religioso.

Assim é que com a crescente povoação do lugar, eis que um dos residentes e posseiros dirigiu, no ano de 1871, uma carta, ou melhor, um requerimento a Câmara de São Paulo, autoridade eclesiástica superior que dirigia o local na ocasião na parte religiosa, em que manifestava o seu desejo de constituir um patrimônio para a Capela de Santana, no que foi atendido.

Esse posseiro de nome Ladislau Pereira de Carvalho, fala em nome de diversos outros devotos, e a área destinada ao patrimônio, doada pelos mesmos devotos era estimada em mais de 10 alqueires (mineiros). Segundo a tradição os desbravadores que aqui se fixaram e que posteriormente organizaram fazendas, tinham como atividade principal a lavoura. Como atividade secundaria, a pecuária. Os instrumentos eram primitivos e não possuíam escravos. Pelo menos nenhum indicio foi encontrado de que os mesmos possuíssem escravos.

As casas em sua maioria eram construídas de material e estilo típicos da região, isto é, de madeira roliçao cruzada formando quadrados, recobertas de barro, formando as paredes e cobertas algumas de sapé, e outras cobertas de telhas comuns. Estas casas eram conhecidas como casas de pau-a-pique. Existiam também as casas construídas de barro socado (taipa). Ambos os tipos descritos eram cobertos, em sua maioria de capim (sapé).

Eram numerosas também as casas de tijolos, estas ultimas cobertas somente de telhas coloniais, sendo que estas casas pertenciam àqueles mais remediados e de maiores recursos. Não havia propriamente uma urbanização. As casas eram construídas conforme o desejo do seu proprietário, sem obediência a quaisquer alinhamentos, abrindo-se posteriormente as ruas, seguindo alinhamento das construções. Como tinha de acontecer, a localidade foi se desenvolvendo. Embora a população não se multiplicasse muito, contudo o local aumentou, redobrando a atividade.

Assim é que, graças a lei provincial n° 2.385, de 13 de outubro de 1877, a localidade foi elevada à categoria de Freguezia e Distrito Santana do Sapucaí Mirim. Tal elevação teve a sua conseqüência. Não tardou que, com crescente desenvolvimento do lugar o mesmo começasse a apresentar condições de capacidade para a vida política e sobretudo autonomia administrativa. Já se notava entre os residentes o sentimento de liberdade e emancipação político-administrativa.

Entre esses podemos destacar os seguintes residentes: Rufino Teodoro da Cunha, Domingos Pereira Machado, Candido Justino Pereira, Donato Vita, Zeferido Brandino Pereira, Manoel Rodrigues de Azevedo, Paulino Jose Tiburcio e Renato Gorgulho Nogueira. Tal fato se deu, mais ou menos por volta do ano de 1901. Data dessa época a incentivazaçao dos esforços, incentivação essa continua, para a emancipação administrativa do lugar. Os residentes e filhos do lugar tomaram mesmo a peito a batalha.

Não obstante, somente quase 36 anos após, viram os mesmo sonhos concretizados, com a criação do Município de Sapucaí Mirim, pela lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937, com formação do município de Sapucaí Mirim. Finalmente concretizava-se o sonho dourado dos habitantes de Sapucaí Mirim, podemos citar os seguintes: Lamartine José de Faria, Vitruivo Marcondes Pereira e João de Almeida Caldas. É digna de nota, igualmente, a pronta e direta intervenção do Sr. Dr. Benedito Quintino dos Santos, DD. Diretor do Serviço Geográfico do Estado.

Finalmente, a 1° de janeiro de 1938, instalou-se solenemente o município de Sapucaí Mirim, cuja data havia sido previamente fixada pelo Decreto-Lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937. A instalação fez-se com a máxima solenidade, assim rezam os documentos, referindo-se a época. Alem dos fundadores do município, estiveram presentes à solenidade diversos representantes de outros municípios os quais citamos: Dr. Joubert Guimarães, representando o município de Paraisópolis: Dr. Venceslau Milton, representando o município de São Gonçalo do Sapucaí: Cap.

Maximiano Ribeiro da Luz, representando o município paulista de São Bento do Sapucaí: Snr. José Vieira de Souza, representando o distrito de Gonçalves, do município de Paraisópolis: Snr. Lorival Fontes, representando o Snr. Dr. Orlando Murgel, DD, Diretor da Estrada de Ferro de Campos do Jordão. Discursaram na ocasião os senhores: Capitão Maximiano Ribeiro da Luz, o jovem acadêmico Milton Pereira, ilustre filho de Sapucaí Mirim, Dr. Venceslau Milton e Dr. Jorbert Guimarães, falando por seus respectivos municípios.

Em seguida discursou o Sr. Virtuvio Marcondes Pereira, seu primeiro Prefeito Municipal, nomeado. Em prosseguimento, falaram ainda os seguintes oradores: Lamartine José de Faria, representando a Lavoura: Benedito Silva Barreto, representando o comércio: João de Almeida Caldas, representando as autoridades do novel município.

Os Prefeitos Municipais de Sapucaí Mirim são os seguintes: 1° - Vitruvio Marcosndes Pereira, nomeado; 2° - Joaquim Simões Almeida, nomeado; 3° - José Wilson Menegale, nomeado; 4° - Francisco Pinto de Carvalho, nomeado; 5° - Lamartine José de Faria, 1° Prefeito eleito; 6° - novamente Joaquim Simões de Almeida, 2° Prefeito eleito; 7° - e finalmente Vicente Claudino Barbosa, 3 ° Prefeito eleito, e atual dirigente da comuna.

O distrito de Santana de Sapucaí Mirim deve a sua criação á Lei provincial n° 2.385, de 13 de outubro de 1877, que o elevou a cindicação de Freguezia, tendo sido tal ato conformado pela Lei Estadual n° 2, de 14 de setembro de 1891. A Divisão Administrativa, em 1911 apresenta-o sob a designação simples de Sapucaí Mirim, e subordinado ao município de São José do Paraíso (hoje Paraisópolis).

Segundo os quadros de apuraçao do Recenseamento Geral de 1920, o distrito novamente denominado de Santana do Sapucaí Mirim, permanece jurisdicionado ao município de Paraisópolis (antigo São José do Paraíso). Por força da Lei Estadual n° 843, de 7 de setembro de 1923, o distrito na divisão administrativa relativo a 1933, contido no Boletim do Ministério do Trabalho, Industria e comercio, na divisão territorial datado de 31 de dezembro de 1936.

Pela Lei Estadual n° 155, de 3 de novembro de 1936, destacando-se os seus artigos 1° e 6°, em que também se aprovava o convenio de limites entre Minas e São Paulo, foi autorizado o desmembramento de grande área do município de Camanducaia, e a desanexação do distrito de Sapucaí Mirim no município de Paraisópolis, para a conseqüente formação do novo município.

E finalmente, pela Lei Estadual n° 15, de 17 de dezembro de 1937, foi criado oficialmente o município de Sapucaí Mirim, fixando-se na mesma Lei a data para a sua instalação, que seria a 1° de janeiro de 1938. No quadro divisões territoriais, datadas de 31/13/1937, o distrito de Sapucaí Mirim ainda está subordinado ao município de Paraisopolis.

De acordo com o quadro anexo ao Decreto Lei Estadual n° 88, de 30 de março de 1938, o município de Sapucaí Mirim compõe-se de um único distrito, o da sede, o que igualmente se observa nas divisões territoriais do Estado, vigentes nos qüinqüênios 1939-1943, estabelecidas, respectivamente, pelos Decretos-Leis ns. 148, de 17 de dezembro de 1938, e 1.058, de 31 de dezembro de 1943.

Os elementos existentes para o estudo da situação do lugar, no passado, são muitos escasso, poucos se podendo deduzir, que os antepassados do lugar se dedicaram com afinco à agricultura, a qual era praticado com instrumentos o mais rudimentar então existentes. Segundo ainda se pode deduzir, a produção principal era constituído pelo milho, batatinha, arroz, feijão. Em segundo plano de atividade podemos citar a pecuária. Fonte: Prefeitura Municipal de Sapucaí Mirim Autor do Histórico: EUGÊNIO PACELLI MORAES RENNÓ