Sudeste Região de Ribeirão Preto

Tudo sobre Santo Antônio da Alegria

Guia completo, dados e turismo em São Paulo.

População (2022)
6.775
PIB Total
R$ 211,52 Mi
Per Capita
R$ 31.220,96
Área (km²)
310,300
IDH / Bioma
Cerrado e Mata Atlântica
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Quando ir

abril a setembro

Nesses meses, o clima é mais ameno e ideal para passeios ao ar livre, além de serem organizados eventos culturais e festivais.

🛡️

Segurança

A cidade é considerada segura, ideal para famílias e turistas que buscam tranquilidade.

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Custo Médio

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Santo Antônio da Alegria, localizada em São Paulo, é um charmoso município que encanta visitantes com suas belezas naturais e rica história. Com uma população de aproximadamente 6.775 habitantes, a cidade é banhada pelo ribeirão Pinheirinho e exibe uma mescla dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. Fundada em 1860, a cidade tem um passado marcante e é um destino ideal para quem busca tranquilidade e um contato íntimo com a natureza.

Principais Atrações

Capela de Cuscuzeiro

Uma importante capela histórica que marca o início do povoamento da região e oferece um belo cenário para fotos.

Cachoeira do Ribeirão Pinheirinho

Uma linda cachoeira rodeada pela natureza exuberante do Cerrado e Mata Atlântica, perfeita para um dia de piquenique.

Dúvidas Comuns

? Qual é a melhor época para visitar Santo Antônio da Alegria?

O ideal é visitar entre abril e setembro, quando o clima é mais ameno.

? A cidade possui opções de hospedagem?

Sim, há pousadas e opções de hospedagem que atendem a diversos orçamentos.

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

SANTO ANTÔNIO DA ALEGRIA SÃO PAULO

HISTÓRICO

Ás margens do ribeirão Pinheirinho, afluente do Rio Sapucaí-Mirim, localiza-se a sede de Santo Antônio da Alegria.

Seu povoamento iniciou-se a partir de 1860, em torno da capela de Cuscuzeiro, fundada por Francisco Antônio Mafra, onde os viajantes faziam pouso entre São Paulo e Minas Gerais.

A capela de Cuscuzeiro foi elevada a freguesia (Distrito de Paz) em fevereiro de 1866, com o nome de Santo Antônio da Alegria em louvor a Santo Antônio.

Em abril de 1873, a freguesia foi incorporada ao Município de Cajuru e em março de 1885 ganhou autonomia político-administrativa.

Por estar situada na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, na revolução constitucionalista de 1932 foi campo de operações bélicas, criando-se uma situação especial, até 1937, quando a sede do Município foi dividida, parte em São Paulo e parte em Minas Gerais.

GENTÍLICO: ALEGRIENSE

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Vila criada por Lei Provincial nº 21, de 10 de março de 1885. Desmembrada do Município de Cajuru. Instalada em 7 de abril de 1890. Cidade por Lei Estadual nº 1038, de 19 de dezembro de 1906.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Santo Antônio da Alegria se compõe de 1 único Distrito, Santo Antônio da Alegria, criado por Lei Provincial nº 7, de 28 de fevereiro de 1866, sendo transferido do Município de Batatais para o de Cajuru por Lei Estadual n.º 41, de 3 de abril de 1873.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Santo Antônio da Alegria compõe-se de 1 só Distrito, Santo Antônio da Alegria.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Santo Antônio da Alegria pertence ao termo judiciário de Cajuru, da comarca de Cajuru, e figura com 1 só Distrito, Santo Antônio da Alegria.

No quadro fixado, pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Santo Antônio da Alegria é composto de 1 único Distrito, Santo Antônio da Alegria.

Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Santo Antônio da Alegria ficou composto de 1 Distrito, Santo Antônio da Alegria, comarca de Cajuru, assim permanecendo nos quadros territoriais fixados pelas Leis nos 233, de 24-XII-48 e 2456, de 30-XII-53 para vigorar respectivamente, em 1949-53 e 1954-58, comarca de Cajuru.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Fonte: IBGE