População estimada (2026)
58.384
Habitantes
Guia completo, dados e turismo em Bahia.
58.384
Habitantes
R$ 1,38 Bi
494,502
Quilômetros quadrados
Caatinga e Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Santo Amaro faz parte da região turística Baía de Todos os Santos, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Patrimônio cultural: 6 bens materiais cadastrados no SICG do IPHAN. O cadastro não implica tombamento ou abertura para visitação.
Sua viagem, na sua época · Nordeste
Praia, cultura e sabores em diferentes épocas.
O inverno não significa frio em toda a região, mas o litoral leste pode ter mais chuva. Sertão, serras e litoral têm calendários diferentes.
Praias e passeios cedo, com proteção solar. Férias e Carnaval podem aumentar a procura; confirme o calendário local.
Reserve alternativas cobertas, como mercados, centros culturais e gastronomia; acompanhe a chuva no destino.
Praia pode continuar no roteiro, mas confira chuva, vento, marés e avisos dos salva-vidas. Não prometa sol garantido.
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Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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A cidade é geralmente segura, com um ambiente acolhedor para turistas.
Santo Amaro, na Bahia, é um município rico em história e cultura, com uma população de 56.012 habitantes. Situado entre a Caatinga e a Mata Atlântica, o local é conhecido por suas paisagens naturais e seu passado intrigante, que remonta à época dos índios Abatirás e suas interações com os Tupinambás. Sua fundação é marcada pela luta dos primeiros colonizadores em busca de um novo lar e meios de subsistência.
Um belíssimo exemplo da arquitetura religiosa do século XVIII, rica em detalhes e história.
Um espaço agradável para passeios, com feiras e eventos culturais que destacam a culinária local.
Trilha que leva até a praia da região, passando por belas paisagens de mata atlântica.
Há diversas pousadas e hotéis que oferecem desde acomodações simples até opções mais confortáveis.
Santo Amaro está a cerca de 70 km de Salvador, acessível por ônibus ou carro particular.
A cidade oferece festivais de música, dança, e eventos gastronômicos ao longo do ano.
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Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar e planejar seus passeios. Comece por algumas opções cadastradas na cidade.
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SANTO AMARO BAHIA Monografia - N.º 142 Ano: 1984 NOTAS HISTÓRICAS ERAM índios Abatirás - que Aires do Casal supunha constituírem ramo dos Aimorés - os primitivos habitantes do território correspondente ao atual Município de Santo Amaro. Localizados ao longo da costa, e nas margens dos principais rios, os indígenas ocupavam, preferentemente, a Patatiba. área de cerca de dez léguas quadradas onde se encontram ótimos solos de massapê, com aguadas e pastagens magníficas.
É tradição corrente terem os Abatirás vivido em contínuas lutas com os Tupinambás da barra do Paraguaçu, que incursionavam em busca de pescados e mariscos. Os primeiros civilizados que penetraram a região, por volta de 1557, travaram renhidas lutas com os selvagens, estabelecendo-se, de início, na margem direita do Traripe, no local denominado Pilar e nas proximidades do mar, de onde retiravam meios de subsistência.
Entre os aquinhoados, com doações de sesmarias, figuram o Major João Ferreira de Araújo e membros da família Dias Adorno, incluindo-se no seu domínio as terras em que mais tarde veio a localizar-se a Cidade de Santo Amaro. Admite-se como provável, que antes desse estabelecimento já se tivesse iniciado a catequese pelos jesuítas do Colégio de Santo Antão de Lisboa, fixados na margem do mesmo Traripe, um pouco abaixo das terras dos Adornos. Ali fundaram uma capela, sob a invocação de Nossa Senhora do Rosário.
Em redor do modesto templo, morro abaixo, alastrou-se o casario. Todavia, por dissenções peculiares àquela época, foi um jesuíta assassinado na capela quando celebrava missa. Em conseqüência, o templo foi interditado, verificando-se o deslocamento dos colonos para outro local, na confluência dos rios Serjimirim e Subaé, em terras do Conde de Linhares, onde se construiu nova capela.
Como o referido sítio não fosse conveniente fundou-se, meia légua acima, uma igreja no lugar denominado Santo Amaro, por existir nele uma capela consagrada ao Santo desse nome, além de pequeno núcleo de colonos vizinhos, origem da atual Cidade. Com a posterior criação da freguesia, passou a localidade a denominar-se, não oficialmente, Santo Amaro da Purificação. No século XVII, intensificou-se a colonização, mediante a concessão de numerosas sesmarias.
Mais tarde, divididas as terras para o desenvolvimento da colonização, tornou-se proprietário de parte delas o citado Major João Ferreira de Araújo, bisavô do eminente estadista e administrador da Bahia e Sergipe, João Ferreira de Araújo Pinho. Essas terras, como já se viu, constituíam parte daquelas em que atualmente está edificada a Cidade, sendo a residência do seu antigo proprietário considerada, em 1927, monumento nacional.
Em princípio do século XVIII, observe um de seus historiadores, Santo Amaro já se tinha desenvolvido tanto que o Marquês de Angeja, em visita ao Recôncavo, em 1715 intentou fundar ali uma vila, o que só se verificou, no entanto, em 1727, efetuando-se a sua instalação em 5 de janeiro desse ano, com a denominação de Nossa Senhora da Purificação e Santo Amaro. Em 1774, conforme exposição do Governador da Capitania ao Ministro Martinho de Melo, a vila contava, nas quatro freguesias de que então se compunha, com 14.300 almas.
Santo Amaro desempenhou papel relevante nas lutas da Independência, contribuindo com alguns batalhões e até mesmo com um esquadrão de cavalaria fardado, equipado e mantido à custa de seu comandante, Antônio Joaquim de Oliveira e Almeida, para a consolidação do movimento patriótico que teve o seu feliz desfecho em 2 de julho de 1823. Formação Administrativa O DISTRITO foi criado em data anterior a 1608 e o Município, a 5 de janeiro de 1727, com a denominação de Nossa Senhora da Purificação e Santo Amaro.
A Sede Municipal recebeu foros de Cidade em virtude da Lei Provincial n.° 43, de 13 de março de 1837. O Município sofreu várias alterações territoriais e administrativas. A jurisdição administrativa do antigo Município abrange atualmente os distritos de Santo Amaro (Sede), Acupe, Campinhos e Saubara. A COMARCA. foi criada pela Resolução do Conselho do Governo, em 9 de maio de 1833. Fonte: IBGE