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· Salvador / BA
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Habitantes
R$ 479,21 Mi
437,610
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Patrimônio cultural: 4 bens materiais cadastrados no SICG do IPHAN. O cadastro não implica tombamento ou abertura para visitação.
O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA
Praia, cultura e sabores em diferentes épocas.
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Orientação regional · Referência de planejamentoCombine praia com patrimônio e culinária. Antecipe reservas para feriados e festas confirmadas.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Combine praia com patrimônio e culinária. Antecipe reservas para feriados e festas confirmadas.
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Praias e passeios cedo, com proteção solar. Férias e Carnaval podem aumentar a procura; confirme o calendário local.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
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Praias e passeios cedo, com proteção solar. Férias e Carnaval podem aumentar a procura; confirme o calendário local.
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Reserve alternativas cobertas, como mercados, centros culturais e gastronomia; acompanhe a chuva no destino.
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Praia pode continuar no roteiro, mas confira chuva, vento, marés e avisos dos salva-vidas. Mantenha alternativas para dias de chuva.
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Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
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Todos os eventos de Maragogipe →Moderada, recomenda-se precauções normais de segurança.
Maragogipe, localizada na Bahia, é um destino de rica história e beleza natural, cercada pela exuberante Mata Atlântica. Conhecida por sua cultura indígena e suas tradições, a cidade oferece um mergulho no passado com suas lendas e paisagens deslumbrantes.
Uma belíssima construção colonial que representa a fé e a cultura local.
Uma tranquila praia com águas calmas, ideal para relaxar e aproveitar a natureza.
Uma linda cachoeira que proporciona um mergulho refrescante em meio à Mata Atlântica.
Acesso pela BR-101 e BA-512, com opções de ônibus partindo de Salvador.
Sim, há pousadas e pequenas hospedagens que oferecem conforto e acolhimento.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
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Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Maragogipe?
Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Maragogipe Bahia - BA Histórico Diz a lenda que a primeira penetração do território do município ocorreu em meados do século XVI, por uma tribo de índios inteligentes, e destemidos guerreiros, que se dedicavam ao cultivo do solo e lançavam mãos também da pesca e da caça para sua subsistência. Dessa penetração resultou a constituição de uma aldeia, onde se fixaram os silvícolas.
Laboriosos e bravos, mas adversos à vida nômade, o que demonstrava certo começo de civilização, cerca de 200 indígenas viviam orgulhosamente cultivando tradições passadas e jamais se deixavam subjugar, pois eram guerreiros denominados "Marag-gyp", que significa "braços invencíveis". Os próprios "Marag-gyp" tinham a vaidade de saber manejar com maestria o arco e a flecha. No exercício do "tarayra", espécie de machado pesado e todo de pau-ferro, não temiam concorrente e eram capazes de decepar de um só golpe a cabeça do inimigo vencido e condenado à morte.
A tradição da tribo dizia que as suas primeiras mulheres foram raptadas pelo chefe Itapecerica numa terra onde as mulheres eram quase brancas, de olhos meio azuis, cabelos bastos e sedosos e de rara formosura. Contavam os mais velhos que essa terra era muito distante do lugar onde agora se encontravam, sendo preciso viajar "três luas" e atravessar muitos rios para poder alcançá-la.
Filhas, portanto, de uma raça provavelmente de origem européia, parece haver predominado nas mulheres dessa tribo a voz do sangue e, somente assim, se explicará a felicidade nos casamentos realizados entre eles e os povoadores da terra dos "Marag-gyp", os portugueses, quando das suas excursões pelo Rio Paraguaçu, na exploração das terras marginais, poucos anos após o descobrimento do Brasil.
Deslumbrados com a riqueza das matas e com a acessibilidade do porto a qualquer embarcação de grande ou pequeno calado, alguns exploradores resolveram ali fixar residência, mais ou menos em 1520. Teve início então, o povoamento pelos portugueses com a extração de madeiras, a plantação de cana-de-açúcar e de mandioca e a construção de engenhos de açúcar e fábricas de farinha. Gentílico: maragogipano Formação Administrativa A povoação ficava localizada em terras da sesmaria de Paraguaçu (ou Paroaçu), doada a D. Álvaro da Costa, por seu pai D.
Duarte da Costa, 2º Governador-Geral do Brasil, em 16 de Janeiro de 1557, doação essa confirmada por Alvará Régio datado de 12 de março de 1562. Foi a sesmaria transformada em Capitania pelo Cardeal Regente, D. Henrique, por Carta de 20 de novembro de 1565, confirmada por outra carta datada de 28 de março de 1566. Registrada em Lisboa a 23 de agosto de 1571, durante o reinado de D. Sebastião, Maragogipe ficou sendo então sua principal localidade. A capitania de Paroaçu ou (Paraguaçu) foi comprada ao seu Donatário, D.
José da Costa, pelo Rei de Portugal D. José 1º pela pensão de 640S000, passando a pertencer à Coroa Portuguesa em virtude da Carta do Conselho Ultamarino, datada de 12 de dezembro de 1732, e Provisão Real datada de 17 de junho de 1733. A capela ali construída e dedicada a São Bartolomeu foi elevada à categoria de freguesia em 1640 pelo Bispo Dom Pedro da Silva Sampaio, por proposta do vice rei Dom jorge de Mascarenhas, Marquês do Montalvão, com a denominação de são Bartolomeu do Maragogipe.
No começo do ano de 1724, quando calamitosa seca devastava a Bahia, o Conde de Sabugosa, na época 4º vice rei, fez uma viagem de inspeção pelo interior do Estado para conhecer suas idades, vilas e freguesias. Chegando a Maragogipe em fevereiro de 1724, seus habitantes pediram-lhe que a Freguesia do São Bartolomeu do Maragogipe fosse elevada à categoria de Vila, o que ocorreu pela Portaria de 16 de fevereiro de 1724, sendo a Vila instalada pelo Ouvidor Geral Pedro Gonçalves Pereira a 22 do mesmo mês e ano.
Como prova de reconhecimento, os habitantes do maragogipe ofereceram ao Conde de Sabugosa, 2000 alqueires de farinha de primeira qualidade, para o sustento da tropa, dádiva que foi recebida com muito apreço devido à grande escassez existente. A Vila de Maragogipe recebeu Foros de Cidade pela Lei Provincial nº 389, de 08 de maio de 1850, sendo agraciada com o título de "Patriota Cidade". Em 1911, o Município possuía 5 distritos: Maragogipe, Nagé, Coqueiros, Caveiras e Santo Antônio de Capanema.
No quadro do Recenseamento Geral de 1920, aparece formado pelos Distritos de Maragogipe, Nagé, Coqueiros, Caveira e Capanema. Na divisão administrativa de 1933, o Município figura formado pelos distritos de Maragogipe, Nagé, Santo Antônio de Capanema, São Roque do Paraguaçu (criado pela Lei Provincial nº 2.179, de 20 de Junho de 1881 e confirmado pelo Decreto Estadual nº 8.311, de 15 de fevereiro de 1933), Caveiras e Coqueiros, este último criado pela Lei Estadual nº 1.922, de 13 de agosto de 1926.
Nas divisões territoriais seguintes continua a mesma composição, ocorrendo apenas em 1938 a modificação do nome do Distrito de Santo Antônio de Capanema para Capanema. Pelo Decreto Estadual nº 11.089, de 30 de novembro de 1938, o Município é composto dos Distritos de Maragogipe, Capanema, Coqueiros, Guapira (ex-Caveiras), Nagé e São Roque (ex-São Roque do Paraguaçu).
Essa mesma formação aparece nos quadros seguintes, notando-se porém, que o Distrito de São Roque aparece com o antigo nome de São Roque do Paraguaçu e o de Capanema teve o nome mudado para Guaí no quadro da divisão territorial de 1944. Sua composição administrativa de acordo com a Lei nº 628 de 30 de dezembro de 1953, em vigor, é de seis Distritos: Maragogipe, Coqueiros, Guaí, Guapira, Nagé e São Roque do Paraguaçu. Fonte: IBGE Autor do Histórico: ANTÔNIO CARLOS DA S. PEREIRA