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R$ 649,28 Mi
143,363
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Itanhandu faz parte da região turística Terras Altas da Mantiqueira, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
Explore outros municípios dessa região:
Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA
Do litoral às serras, escolha a experiência.
Para roteiros urbanos e culturais, considere os meses geralmente menos chuvosos. Praia e serra pedem escolhas diferentes.
Orientação regional · Referência de planejamentoA chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.
A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
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DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.
Todos os eventos de Itanhandu →A cidade é geralmente segura, ideal para visitas em família.
Itanhandu, situada no coração da Mata Atlântica de Minas Gerais, encanta os visitantes com sua rica história e belezas naturais. Com uma população de 15.236 habitantes, a cidade possui um charme interiorano e oferece uma imersão na cultura local, onde o passado se entrelaça com as tradições contemporâneas.
Uma incrível cachoeira que oferece um belo visual e é perfeita para um picnic em família.
Construída no século XVIII, é uma das mais antigas do município e possui uma arquitetura rica em detalhes.
Além de visitar as cachoeiras, você pode fazer trilhas e passeios de bicicleta pela região montanhosa.
A culinária mineira é predominante, com destaque para pratos como o feijão tropeiro e a polenta.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar, cuidar de você e do seu pet. Explore as opções cadastradas na cidade.
13 no diretório · algumas opções abaixo
8 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: NOSSA SENHORA DE FATIMA
RUA NELSON CARLOS MARTINS, 100
Ver informações2 no diretório · algumas opções abaixo
6 no diretório · algumas opções abaixo
1 no diretório · algumas opções abaixo
12 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: JARDIM PANORAMA
RUA OSIRIS RAIMUNDO DE PAIVA, 5
Ver informações17 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: ESTIVA
RUA CID GERALDO F. DA ROSA, 415
Ver informaçõesVai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Itanhandu?
Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
HISTÓRICO - Acerca do nome Itanhandu, que serve desde de tempos remotos de denominação ao ribeirão que nasce no município e conflui com o rio Verde nos mesmo limite, constam referências nos anais da Diocese de Campanha, datados do século XVIII. Obscura é a origem do nome do ribeirão Itanhandu, único vestígio dos primórdios do núcleo inicial de longíqua era; quanto à toponímia, conhecidos tupinólogos fazem a seguinte definição: "ita" (pedra) - "nhandu" (ema): - pedra da ema ou pedra da avestruz, segundo tradução de Alfredo de Carvalho.
Existia então pequeno aglomerado, circundado por diversas fazendas, das quais sobressai, em virtude de suas dim ensões, a fazenda da Barra, assim denominada por se achar situada próxima à confluência dos rios Passa Quatro e Verde, pertencendo a mesma à família Caetano.
Das primeiras pessoas que se fixaram no município,somente ficou o registro das famílias Caetano, Monteiro, Joaquim de Almeida Campos, Jacob Zaroni, Pedro Guedes, José Carneiro Santiago,NIcolau Serpa, Delfim Pereira Pinho, José Araújo Braga, Brasiliano Midões e José Lopes, por volta de 1870, em caráter definitivo.
Tomando o nome de Barra do Rio Verde, o então já o pequeno arraial contava com regular número de moradores, construindo Joaquim de Almeida Campos, asb suas expensas, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, doando, bem assim, as terras para a formação de seu patrimônio. A imagem de Nossa Senhora da Conceição, orago da igreja matriz de Itanhandu, é a efígie original que Joaquim de Almeida Campos doou à primitiva capela.
Correndo venturoso o ano de 1882, o promissor arraial da Barra do Rio Verde - mais tarde Estação de Capivari e, hoje Itanhandu - viu atendida uma das suas aspirações, assistindo festivamente à chegada das primeiras turmas de ferroviários, vindos para darem início aos trabalhos de construção das linhas da Estrada de Ferro Minas e Rio, hoje Rede Mineira de Viaçõao. Levada a construção a feliz término, foi o tráfego inaugurado em 1884 e a nova estação ferroviária denominada Estação do Capivari.
Contando o arraial com regular número de moradores, foram estes constryuindo suas residências nas proximidades da Estação Férrea. A "Estação do Capivari" ficou servindo de escoadouro para o distrito de Santana do Capivari, ao qual pertencia o território do arraial da Barra do Rio Verde. Em 1904, os moradores do arraial demudaram a denominação para Itanhandu, motivando a escolha desse nome a proximidade do ribeirão Itanhandu. Embora sofrendo contínuos entraves, o crescente arraial se impôs nas esferas governamentais sendo elevado a distrito, em 1911.
Hospedando um povo laborioso, o novo distrito progrediu rapidam ente, sendo elevado à categoria de município em 7 de setembro de 1923. FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA - O distrito foi criado pela Lei estadual nº 556, de 30 de agosto de 1911, figurando, na "Divisão Administrativa de 1911" e nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1º-IX-1920, subordinado ao município de Pouso Alto.
A Lei estadual número 843, de 7 de setembro de 1923, que estabeleceu a divisão administrativa do Estado, criou o município de Itanhandu, o qual nessa divisão figura subdividido em 3 distritos: o da sede, o de São José do Picu, desanexado do município de Pouso Alto, e o de Alagoas, desligado do município de Aiuruoca.
A 9 de março de 1924, deu-se a instalação do município de Itanhandu, que, segundo o quadro da divisão administrativa relativo a 1933, os da divisão de 1936 e 1937, e o anexo ao Decreto-lei estadual número 88, de 30 de março de 1938, subdivide-se ainda em 3 distritos: Itanhandu, Alagoa e São José do Itamonte, que, desde 1933 figura com esse topônimo em substituição ao de São José do Picu.
Em razão do Decreto-lei estadual número 148, de 17 de dezembro de 1938, o município de Itanhandu adquiriu para o distrito desse nome, parte do território dos distritos-sedesdos municípios de Passa Quatro e Pouso Alto. Perdeu, por outro lado, para o recém-criado município de Itamonte, os distritos de Itamonte (ex- São José do Itamonte) e Alagoa.
Assim na divisão territorial do Estado, em vigor no quinqüênio 1939-1943, e fixada pelo mencionado Decreto-lei estadual número 148,bem como na que o Decreto-lei estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943, estatuiu para vigorar no quinquênio 1944-1948, o município de Itanhandu constituiu-se de um distrito apenas, - o da sede. De acordo com a nova divisão aprovada pela Lei estadual número 1039, de 12 de dezembro de 1953, para vigorar no quinquênio 1954-1958, o município de Itanhandu figura ainda com um distrito: o da sede.
FORMAÇÃO JUDICIÁRIA - Segundo os quadros de divisão territorial datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, e o anexo ao Decreto-lei estadual nº 88, de 30-III-1938, o município de Itanhandu é termo judiciário da comarca de Pouso Alegre.
Já na divisão judiciário- administrativa do Estado, em vigência no quinquenio 1939-1943, e fixada pelo Decreto-lei estadual número 148, de 17 de dezembro de1938, foi criada a comarca de Itanhandu, cujo têrmo judicíario único se forma dos municípios de Itanhandú e Itamonte, este último instituído também pelo suprecitado Decreto-lei. Tal situação se mantém inalterada até a atual divisão, aprovada pela Lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, para vigorar no quinquênio 1954-1958.
Fonte: ENCICLOPÉDIA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS Autor do Histórico: DEISE MARIA GUERREIRO RIBEIRO