População estimada (2026)
54.133
Habitantes
Guia completo, dados e turismo em Goiás.
54.133
Habitantes
R$ 1,88 Bi
614,889
Quilômetros quadrados
Cerrado
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Sua viagem, na sua época · Centro-Oeste
Cerrado, cidades e natureza com atenção à estação.
O inverno costuma ser mais seco. Calor, baixa umidade, fumaça e restrições de visitação podem mudar os planos.
Chuvas podem afetar trilhas e cachoeiras. Prefira passeios guiados e não entre em rios sob alerta.
Combine passeios urbanos e natureza; confirme acessos e condições das estradas.
Planeje atividades no início do dia e pausas à sombra; confira umidade, incêndios e regras dos parques.
Na transição para as chuvas, mantenha flexibilidade. Museus e gastronomia são alternativas para dias de tempestade.
Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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Inhumas é considerada uma cidade tranquila, com um nível de segurança razoável, mas recomenda-se a atenção nas áreas mais movimentadas.
Bem-vindo a Inhumas, Goiás! Situada às margens da histórica Estrada Real, esta cidade encantadora tem suas raízes profundas na cultura do Cerrado e uma rica história ligada ao ciclo do gado e ao comércio na época dos tropeiros. Com uma população de 52.204 habitantes, Inhumas oferece uma experiência única de conexão com o passado e as tradições de Goiás.
Uma das principais igrejas da cidade, com arquitetura colonial e rica em história.
Museu que preserva a história local, com exposições sobre a fundação e o desenvolvimento da cidade.
Um espaço verde ideal para caminhadas e piqueniques, com trilhas e áreas para atividade ao ar livre.
A cidade é acessível de carro pela BR-153 e também possui transporte rodoviário regular com saídas de Goiânia.
Recomenda-se provar o arroz com pequi e a carne de sol, que são pratos típicos da região.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar e planejar seus passeios. Comece por algumas opções cadastradas na cidade.
40 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: VILA SANTA TEREZINHA
RUA ANTONIO QUALHATO, SN
Ver informações34 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: VILA HEITOR DE PAULA 3ª ETAPA
RUA JOÃO CARDOSO DOS SANTOS, SN
Ver informações10 no diretório · algumas opções abaixo
8 no diretório · algumas opções abaixo
3 no diretório · algumas opções abaixo
Vai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Inhumas?
Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Inhumas Goiás - GO Histórico Situado as margens da Estrada Real, estrada que levava a cidade de Goiás, então capital da província, Inhumas surgia com o nome Goiabeira. Por ser ponto de descanso para tropeiros, o vilarejo surgiu a partir da referência de um extenso goiabal, o que mais tarde se tornou uma fazenda de gado. Devolutas, as terras no interior goiano, eram apropriadas sem nenhum rigor da lei. Assim, foram sendo utilizadas em Inhumas duas forças de trabalho: a do agregado e a do posseiro.
No entanto poucos posseiros requeriam em Goiás as concessões de terras ou sesmarias. Em Goiabeira (Inhumas), esse aspecto seria conseqüência das condições impostas aos requerentes, os quais, ao receberem a concessão, deveriam cultivar a área recebida em dois anos.
Poucos tinham condições para cumprir essas exigências, preferindo ficar sem a escritura de suas posses, o que posteriormente geraria conflitos, principalmente quanto à demarcação das propriedades.Pela falta de registros da Fazenda Cedro talvez ocorrido por conflitos pela posse da terra ou pela inviabilidade de seu dono de torná-la produtiva em dois anos sob pena de perdê-la, os documentos oficiais de registros apontam a fazenda Goiabeira de Félix Rodrigues, como a origem de Inhumas.
As terras foram adquiridas por Félix Rodrigues ao comprar uma parte da fazenda Cedro e a registrou com a denominação de "Goiabeira" em 20 de Setembro de 1858. O custo das terras foi de 40$000 (quarenta mil réis), cuja extensão compreendia uma légua em comprimento e largura, localizada à beira da Estrada Nova (caminho para a Província de Goiás), entre terras ocupadas por João Ramos, ao nascente, José; da Barra, ao poente, pelo córrego Cemitério, ao sul e ao norte, com terras devolutas.
Quanto a criação do Distrito de Goiabeiras este se deu em 27 de março de 1896, sob a lei nº 04, quando o então intendente (prefeito) de Curralinho (hoje Itaberaí), Cel. Antônio Primo de Faria nomeou o sub intendente do povoado de Goiabeira (vice-prefeito) Sr. Virgíneo Pereira Cunha. O presidente do Conselho Municipal João Elias Caldas, promulgou a lei nº 40, de 02/12/1908, alterando o nome de Goiabeira para Inhumas. A escolha deu-se pela existência desta ave na região.
Com a morte de Vicente Bueno Fernandes, político local, seus adversários políticos conseguiram a suspensão do Distrito de Inhumas do Município de Itaberaí pela lei municipal nº 50, de 11/12/1909. E o Distrito voltou à simples povoado. Situação que só seria retomada em 23/11/1912 quando o Conselheiro Francisco de Paula Mendonça apresentou projeto de Lei restaurando o Distrito de Inhumas aprovado e sancionado em 09/01/1913 pelo Intendente de Itaberaí, Cel. Antônio Gardêncio Garcia, e a condição definitiva de distrito.
Pelo decreto nº 31 de 27 de janeiro de 1930, Inhumas foi elevada, a Vila, graças aos esforços dos Srs. Sizelísio Simões de Lima, Elpídio Luiz Brandão, Sebastião Almeida Guerra, José de Freitas Borges e Cesário Silva, processo que iniciara desde 1926, contexto da Revolução de 1930. Em 1930, Pedro Ludovico Teixeira, interventor Federal no Estado de Goiás, assina o Decreto Estadual nº 602, de 19/01/1931 tornando Inhumas município, estando nomeado em 03/1931 como primeiro prefeito constitucional o então Cel. José Rodrigues Rabelo.
Com o trabalho de todos e em especial de imigrantes sírios-libaneses, espanhóis, italianos, japoneses e portugueses Inhumas destacou-se em 1930 como "Princesinha do cerrado". Região de terra roxa reserva de mata cultivável, ótima para a cultura do café, muito valorizada nesse período, despertou grande corrente imigratória, principalmente com a chegada da ferrovia até Anápolis e a proximidade à capital Goiânia. A marcha para o Oeste promovida pela revolução de 1930 fortaleceu o interesse dos imigrantes pelas terras inhumenses.
Os sírio-libaneses (família Asmar, Sahium, Raiza, Chalub, Mahmud, Gebrim, Charter, Sebba, Nacruht...) os responsáveis diretos pela abertura do comércio na rua princpial Rua Goiás, construíram os primeiros sobrados, chamados bungalows, que por lei estava determinado que sua construção isentava de IPTU seus proprietários. A colônia japonesa (Família Watanabe, Momonuke...) dedicou-se exclusivamente a horticultura, mudando acentuadamente os modos alimentares da comunidade.
Em menor número, aparecem os italianos com participação especial, na formação sócio-econômica. Dedicados à agricultura, desbravaram matas, cultivaram o café; e ocupam terras na região mais nobre de Inhumas, o Serra Abaixo. Topografia que lembra regiões da Europa dada elevação dos morros. Apesar das dificuldades encontradas, os italianos,(Famílias Qualhato, Serravali, Balestra, Quintanilha, Jácomo...) inseriram-se no contexto municipal participando inclusive das decisões políticas, o que pode-se perceber ainda hoje.
A família Vila Verde (descendente dos espanhóis...) se fixou numa grande faixa de terras, conhecida como Serra Abaixo, cultivaram o café. Assim como os demais imigrantes, os portugueses dedicaram-se a cafeicultura (Família Pires). A cidade de Inhumas originou-se da antiga Fazenda Cedro que teve em julho de 1858 como seu primeiro posseiro João Antônio da Barra Ramos. Este, após a compra, registrou-a em 20 de setembro de 1858, com a denominação de Goiabeiras, devido à abundância dessa árvore mirtácea na região.
A fazenda Goiabeiras passou a ser distrito em 27 de março de 1896, pela Lei nº 04. Em dois de dezembro de 1908, foi promulgada a Lei nº 40 que dava nova denominação ao distrito que passou a chamar-se INHUMAS. Este nome, aliás, mais sugestivo e apropriado, nasceu do espírito influente do saudoso jornalista Moisés Santana que assim quis perpetuar na lembrança de todos o fato curioso de só aqui até então serem encontradas as taciturnas e interessantes inhuma ou anhuma, aves de porte elegante, quase negras, cujo canto desperta profunda nostalgia.
Ao chegar-se às redondezas da cidade, ouve-se logo o canto gutural dessa ave de beira-brejos, como se fora para saudar o viajante que imediatamente procura buscá-la nas grimpas das árvores. Quando ainda era distrito de Município de Itaberaí, de 1896 a 1931, Inhumas foi governada por subintendentes nomeados pelo Poder Executivo daquela cidade. Depois de emancipada, Inhumas, foi dirigida por prefeitos municipais, no incício nomeados pelo governo estadual e, depois, eleitos diretamente pelo povo.
Gentílico: inhumense Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Goiabeiras ex-povoado, pela lei municipal nº 80, de 09-01-1913, subordinado ao município de Curralinho. No quadro de Apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, distrito de Inhumas, figura no município de Curralinho. Pela lei estadual nº 762, de 05-08-1924, de o município de Curralinho passou a denominar-se Itaberaí. Elevado à categoria de município com a denominação de Inhumas, pelo decretoestadual nº 602, de 19-01-1931, desmembrado de Itaberaí.
Sede no antigo distrito de Inhumas. Constituído do distrito sede. Instalado em 19-03-1931. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto-lei estadual nº 8305, de 31-12-1943, é criado o distrito de Caturaí expovoado de Santo Antônio de Pádua e anexado ao município de Inhumas. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Inhumas e Caturaí.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1955. Pela lei estadual nº 2132, de 14-11-1958, desmembra do município de Inhumas o distrito de Caturaí. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Alteração toponímica distrital Goiabeiras para Inhumas alterado, pela lei estadual nº 602, de 19-01-1931.
ÁREA TOTAL DO MUNICÍPIO: 613,349 km² PERIMETRO URBANO: 20,42 Km² LOCALIZAÇÃO: MEIO OESTE BRASILEIRO, NO PLANALTO CENTRAL. LIMITA-SE: AO NORTE - ITAUÇU; AO SUL - GOIANIRA; AO LESTE - BRAZABRANTES/CATURAÍ; E A OESTE - ARAÇU/ITAUÇU. Fonte: PREFEITURA MUNICIPAL