População estimada (2026)
22.854
Habitantes
Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.
22.854
Habitantes
R$ 543,26 Mi
858,024
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Inhapim faz parte da região turística Mata Atlântica de Minas, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Sua viagem, na sua época · Sudeste
Do litoral às serras, escolha a experiência.
Altitude e proximidade do mar mudam muito o clima. O inverno tende a ser menos chuvoso, sem excluir frentes frias.
Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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Todos os eventos de Inhapim →Inhapim é considerada uma cidade segura para turismo, mas é sempre prudente adotar medidas básicas de segurança.
Inhapim, uma encantadora cidade localizada em Minas Gerais, é um destino ideal para quem busca contato com a natureza e histórias fascinantes. Sua população de 22.692 habitantes vive em uma região rica em biomas da Mata Atlântica, oferecendo diversas opções para os amantes do ecoturismo e da cultura local. Esta cidade, que deve seu nome a um pássaro abundante que habitava a região, tem uma história rica que remonta a 1811, com a passagem de tropas e a fundação oficial em 1865, marcada pelo cultivo do café.
Lugar histórico onde João Caetano encontrou a desembocadura do córrego. Um ponto nostálgico para os amantes da história.
Visitas a plantações de café onde você pode aprender sobre a produção e degustar cafés locais.
Um espaço natural incrível para trilhas, observação de aves e desfrutar da rica biodiversidade da Mata Atlântica.
Inhapim pode ser alcançada de carro, através da MG-329 ou pela rodovia BR-116, com acesso a partir de cidades vizinhas.
Inhapim conta com pousadas e hotéis que oferecem conforto e opções de lazer para os visitantes.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
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História O nome do município se deve um abundante pássaro que viveu naquelas redondezas, nos dias de hoje é raro sua existência, mais com algum esforço ainda é encontrado e cujo nome rendeu à cidade sua denominação. A história de Inhapim tem início em 1811, com a passagem de tropas de transporte de cargas, pois o local era caminho para Degredo de Cuieté. João Caetano, fundador de Caratinga, registra que ?descendo o Rio Caratinga, encontrei a desembocadura de um córrego, que batizei de São Silvestre, por ser dia 31 de dezembro?.
A confluência dos dois rios se dá exatamente no centro da cidade. A fundação de Inhapim se deu em 1865, quando, no decorrer da Guerra do Paraguay, chegou à barra do ribeirão Santo Antônio, Joaquim José Ribeiro que, ao perceber a fertilidade da terra considerou-a propícia para o plantio de café. Com isso deu início às primeiras plantações de café na região, sendo auxiliado nesse mister por familiares e amigos que com ele se estabeleceram.
As primeiras safras foram compensadoras e o patriarca, assim como seu amigo José Ribeiro Veloso, decidiu fixar-se no local em definitivo. Em 1880 Inhapim era um núcleo com população crescente. Destacam-se entre os primeiros moradores Francisco Silva, José Joaquim da Silva Pereira, José Francisco Furtado Torres e Teobaldo José Melo.
O povoado propriamente dito surgiu em 1882, quando os moradores se reuniram e fundaram uma caixa comum, arrecadando duzentos e cinqüenta mil réis em dinheiro, quantia com a qual a adquiriram uma pequena gleba de terra que, acrescida pela doação de 2 ha, feita por Francisco da Silva e Teobaldo José de Melo constituiu o Patrimônio de São Sebastião de Inhapim. Em 1885 o patrimônio contava com 14 casas, das quais 3 de comércio, 1 farmácia, 1 oficina de funileiro e 1 capela.
A origem do nome da cidade vem do pássaro inhapim (Icterus cayanenis) nativo da região. Inhapim é uma palavra do tupi-guarani que significa ?amanhece? ou ?amanhecer?. A ave pertence à família icteridæ e possui como características mais marcantes a plumagem negra com uma destacada faixa amarela na asa direita. O ornitólogo e pesquisador Ronald Rocha afirma que o pássaro foi assim denominado pelos indígenas da região pela sua marca registrada, de cantar em bandos ao nascer do dia.
Inhapim foi elevado a Distrito de Paz pelo Decreto de 21 de dezembro de 1890: ?com as antigas divisas do distrito policial que hoje são parte desmembrada da freguesia de Entre Folhas e parte da freguesia da Vila do Caratinga, como consta do ato do Presidente da Província, em 1878; e são: as vertentes do São Silvestre, as do Alegre, as de Santo Estevão, passando pela fazenda do Feijoal inclusive, até o Rio Preto e, por este abaixo, até o Bananal, inclusive [...]? Em 1938, Inhapim deixa de ser distrito de Caratinga e se emancipa.
O primeiro prefeito foi Guilhermino de Oliveira. Ainda em 1938, foi instalado o Cartório de Paz de Inhapim, sendo seu primeiro escrivão Aquiles de Sá Quintela. O desenvolvimento da cidade se efetivou em etapas bem definidas, com a instalação de agências bancárias que fortaleceram o movimento financeiro, fortalecendo o comércio e gerando o crescimento da população residente. Sua posição geográfica foi fator determinante para o crescimento registrado a partir das décadas de 40 / 50, e principalmente após a construção da BR116, Rodovia Rio Bahia.
Fonte: Prefeitura Municipal de Inhapim Autor do Histórico: MARIA LÚCIA DE ANDRADE NOGUEIRA