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Habitantes
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110,894
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Igarapé faz parte da região turística Veredas, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA
Do litoral às serras, escolha a experiência.
Para roteiros urbanos e culturais, considere os meses geralmente menos chuvosos. Praia e serra pedem escolhas diferentes.
Orientação regional · Referência de planejamentoA chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.
A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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A chuva pode voltar com força. Evite cachoeiras sob alerta e tenha passeios cobertos como alternativa.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Praia e atividades ao ar livre pedem acompanhamento de tempestades e condições de banho.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Patrimônio, parques urbanos e gastronomia combinam com roteiros flexíveis; confira o tempo local.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
No verão, tempestades podem interromper passeios ao ar livre. O inverno pode ser frio nas áreas altas.
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Serras podem ter noites frias. Leve camadas e combine paisagens com cafés, museus e circuitos culturais.
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DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.
Todos os eventos de Igarapé →Igarapé é considerada uma cidade tranquila, com baixo índice de criminalidade e uma comunidade acolhedora.
Igarapé, Minas Gerais, é uma cidade encantadora situada a apenas 35 km de Belo Horizonte, cercada pela exuberância da Mata Atlântica. Emancipada em 1962, esta cidade rica em história remonta ao século XVII, quando bandeirantes desbravaram suas terras em busca de ouro. Hoje, Igarapé oferece um mix de cultura, natureza e história, perfeita para quem busca um destino mínimo com muito a oferecer.
Uma bela igreja do século XX, conhecida por sua arquitetura única e rica história religiosa.
Um conjunto de impressionantes quedas d'água em meio à Mata Atlântica, ideal para quem gosta de trilhas e contato com a natureza.
Localizado na antiga sede do governo, o museu conta a história da exploração do ouro em Minas Gerais e sua importância para a cidade.
A melhor forma de chegar é de carro, pela BR-381, ou de ônibus a partir de Belo Horizonte.
Sim, Igarapé oferece opções de pousadas e hotéis que atendem diferentes faixas de preço.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar, cuidar de você e do seu pet. Explore as opções cadastradas na cidade.
38 no diretório · algumas opções abaixo
25 no diretório · algumas opções abaixo
7 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: CENTRO
AVENIDA BERENICE MAGALHAES PINTO, 323
Ver informações8 no diretório · algumas opções abaixo
10 no diretório · algumas opções abaixo
25 no diretório · algumas opções abaixo
47 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: CIDADE CLUBE RESIDENCIA
AVENIDA PROFESSOR CLOVIS SALGADO, 2.037
Ver informaçõesVai abrir um negócio ou quer verificar a legalidade de uma empresa em Igarapé?
Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Igarapé Minas Gerais - MG Histórico O município de Igarapé localiza-se na região sudeste da Zona Metalúrgica e Campos das Vertentes de Minas Gerais e fica a 35 km da capital (Belo Horizonte). Com área total de 110 km², o município conta, atualmente, com população de mais de 31 mil habitantes. A história do município de Igarapé está intimamente ligada à história de Minas Gerais. Emancipou-se de Mateus Leme e tornou-se município somente em 1962, sendo a emancipação oficializada no dia primeiro de março de 1963.
Seus primórdios remontam ao século XVII, com as entradas e as bandeiras. No final do século XVII, os bandeirantes paulistas iniciaram o desbravamento do interior do país, descobrindo as primeiras jazidas de ouro, em Minas Gerais. Nesta época, um grande número de pessoas migrou para a nova capitania, com o intuito de enriquecer facilmente através da exploração do ouro, formando os primeiros povoados e vilas.
No entanto, logo que as primeiras minas começaram a funcionar, a população passou por grandes crises de fome, pois suas atividades voltavam-se apenas para a extração de metais e não para a produção de artigos de subsistência. A precariedade da produção de tais mercadorias na área mineradora provocou o crescimento da atividade dos tropeiros, que passaram a abastecer a região tanto com produtos de necessidade básica para a alimentação e para o trabalho, quanto com artigos de luxo procurados pelos novos ricos no auge do Ciclo do Ouro.
Gentílico: Igarapeense Formação Administrativa No ano de 1710, inicia-se a formação do povoado primitivo de Igarapé. Com o passar dos anos surge o nome de Pousada dos Tropeiros, pois era rota de passagem dos tropeiros que faziam o intercâmbio entre as áreas produtoras de artigos de subsistência e as zonas de mineração, como o próprio nome do povoado indicava. Há relatos da localidade ter se chamado Lagoa dos Pombos.
Com a decadência da atividade mineradora no final do século XVIII, Minas Gerais tornou-se um importante centro agropecuário do Brasil, superando as antigas áreas de mineração da Província. Nesta época, Igarapé se constituía como um pequeno povoado, conhecido como Barreiro, formado ao redor das fazendas Boa Vista, Duarte e Rego, reminiscências de alguma antiga sesmaria, e assim se manteve até o final do século XIX. Não havia, até então, uma preocuação governamental em habitar a área, uma vez que a atividade de hospedagem aos tropeiros havia se extinguido.
Em 1917, Alexandre Nunes torna-se legítimo dono das terras que ocupava na região, onde é hoje o centro de Igarapé. Ele erigiu, com recursos próprios, uma capela primitiva consagrada a Santo Antônio, o que provocou um aumento significativo de residências ao redor do templo. A proliferação de estabelecimentos comerciais seguiu à afirmação dos moradores no povoado, atendendo as necessidades básicas da região. O desenvolvimento do pequeno povoado proporcionou ao lugarejo uma considerável melhoria nas condições de vida dos habitantes.
Em 1925, um novo templo foi edificado substituindo a capela improvisada de Alexandre Nunes, através da iniciativa de Antônio Alves Rodrigues e da contribuição de toda a sociedade com donativos e serviços. A igreja que hoje avistamos, foi feita em volta da anterior, teve sua construção iniciada em 1941 e foi inaugurada no início de 1947. A obra foi chefiada pelo senhor Miguel Henriques da Silva e contou com a colaboração dos fiéis.
No início da década de 1930, Barreiro contava com um número considerável de habitantes, mas não o suficiente para a elevação do povoado a distrito. A infraestrutura local também não se apresentava autosuficiente, sendo complementada por variados serviços de São Joaquim de Bicas. Nesta época, devido a disputas políticas entre o Padre Jacinto Pereira e a família Benjamim, em São Joaquim de Bicas, o Cartório de Paz foi transferido para o povoado do Barreiro.
Aproveitando a oportunidade, Ulisses Ferreira Palhares, morador do Barreiro, recorreu ao Dr. Benedito Valadares, então prefeito de Pará de Minas, para interceder junto ao governador do Estado de Minas, para elevar o povoado a distrito. Em 1931 foi criado o distrito de Igarapé pela Lei Nº. 50, subordinado a Pará de Minas. O nome Igarapé foi sugestão da esposa do governador do Estado, D. Odete Valadares, devido à existência de vários córregos na região que se assemelhavam aos igarapés no Amazonas.
Em 1938, com a emancipação de Mateus Leme, o distrito de Igarapé passou a ser subordinado ao novo município, até sua própria elevação em 1962. Em 1933 Benedito Valadares é nomeado interventor federal em Minas Gerais por Getúlio Vargas. Nessa mesma ocasião Benedito, então atendendo ao pedido de amigos de Igarapé, manda edificar um prédio para abrigar o ensino escolar. Inaugurado em 1936, o prédio, com inspiração neoclássica, se destacou na pacata vila. Hoje a atual Escola Estadual Professora Maria de Magalhães Pinto é grande referência cultural da cidade.
Até o ano de 1948, o transporte de Igarapé a outros municípios era realizado através de animais ou mesmo a pé, pois não havia estradas próprias para o tráfego de veículos motorizados. Com o desenvolvimento do povoado após sua elevação a distrito, estradas de rodagem foram construídas, permitindo o acesso de veículos motorizados. Mais tarde, com a construção às margens do distrito da BR-381, que faz a ligação entre o Nordeste e o Sudeste do país, a economia de Igarapé se dinamizou ainda mais, devido à importância estratégica da rodovia para todo o país.
Em 1° de março de 1963 o município de Igarapé é oficialmente instalado. Durante toda a década de 60 houve um desenvolvimento grande, com a instalação de serviços odontológicos, médicos e telefônicos e a construção de ruas, avenidas e praças. Em 1973, com a introdução da fábrica de veículos automotores da FIAT em Betim, região até então limítrofe de Igarapé, muitas famílias tiveram acesso a empregos e novas facilidades de aquisição de automóveis, o que facilitou sobremaneira a vida dos moradores do município.
A nova empresa movimentou o mercado de trabalho dos igarapenses, oferecendo-lhes novas oportunidades de emprego. Desde a década de 80 até os dias atuais, a cidade de Igarapé vem se desenvolvendo nos âmbitos político, econômico, social e cultural, com a instalação de novas empresas e estabelecimentos de comércio, além de escolas, postos de saúde e de policiamento. A economia de Igarapé baseia-se, atualmente, na produção de hortifrutigranjeiros, no comércio e transportes.
A exploração dos recursos hídricos pela empresa Águas Mineiras Igarapé Ltda, também se apresenta como uma importante esfera econômica do município, tornando-se mundialmente conhecida. Além disso, Igarapé encontra-se em processo de industrialização, somando um considerável número de empresas instaladas. A mineração é outra atividade que se destaca. O potencial turístico da região também se destaca como um setor sócio-econômico-cultural de grande potencial para o futuro do município.
As belezas naturais do município são pontos de referência na região central de Minas, com inúmeras fontes d’água e trilhas ecológicas, que se manifestam como expressões do eco turismo. Igarapé possui como bens materiais protegidos pelo patrimônio municipal o Conjunto Paisagístico Pedra Grande, a Escola Estadual Professora Maria de Magalhães Pinto e a Imagem de Nossa Senhora Mãe de Misericórdia.
Ainda se destaca em seu patrimônio cultural o saber e o fazer dos mestres que perpetuam passando de geração a geração expressão a da rica e saborosa culinária local, hoje objeto de festival anual. Fonte: Texto escrito por Flávia Melo de Paula (Historiadora), disponível em http://www.igarape.mg.gov.br/historia.php. Autor do Histórico: WELLINGTON RICARDO ESTANISLAU RIBEIRO