Sudeste Região de Dores do Indaiá

Tudo sobre Estrela do Indaiá

Guia completo, dados e turismo em Minas Gerais.

População (2022)
2.772
PIB Total
R$ 165,29 Mi
Per Capita
R$ 59.629,15
Área (km²)
636,000
IDH / Bioma
Cerrado
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Quando ir

maio

Neste mês, a temperatura é amena e as chuvas são escassas, o que proporciona uma experiência agradável para passeios ao ar livre e visitações.

🛡️

Segurança

A cidade é considerada segura para visitantes, proporcionando um ambiente acolhedor e tranquilo.

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Custo Médio

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Estrela do Indaiá, situada no coração de Minas Gerais, é uma charmosa cidade que respira história e natureza. Com uma população de aproximadamente 2.772 habitantes, é um destino ideal para quem busca tranquilidade e uma imersão na cultura local. A cidade, envolta pelo bioma do cerrado, encanta com suas paisagens e patrimônio histórico, tornando-se um lugar de parada obrigatória para os amantes do turismo rural e religioso.

Principais Atrações

Cemitério e Capela de São Sebastião

Um local histórico que remonta à origem da cidade, onde os moradores se reuniram em torno da sepultura de Máximo Raposo. A capela é um símbolo da solidariedade comunitária e oferece um ambiente sereno para reflexões.

Morro do Palhano

Um belíssimo mirante que oferece uma vista panorâmica do cerrado, ideal para caminhadas e piqueniques em meio à natureza.

Dúvidas Comuns

? Qual é a principal atração em Estrela do Indaiá?

A principal atração é a Capela de São Sebastião, que tem um grande significado histórico para a comunidade, além do Morro do Palhano que oferece belas vistas.

? Estrela do Indaiá é um bom lugar para visitar com crianças?

Sim, o ambiente tranquilo e as opções de contato com a natureza tornam a cidade uma excelente escolha para famílias.

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Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

Estrela do Indaiá

Minas Gerais - MG

Histórico

Exatamente no ano de 1900, os moradores de uma extensa zona rural do município de Dores do Indaiá tiveram de sepultar um de seus vizinhos de nome Máximo Raposo. As razões pelas quais não puderam levar o corpo para a sede municipal não são conhecidas, mas não padece dúvida que o enterramento se fez numa aprazível colina, nas proximidades do Morro do Palhano. A sepultura abandonada no alto da colina há de ter comovido os moradores das proximidades, pois o fato é que um cemitério logo depois foi construído ali. Após o cemitério, uma capela consagrada a S. Sebastião dava um significado mais concreto ao sentimento de solidariedade dos moradores perdidos em propriedades esparsas pelos arredores. Possível, também, que o local fosse o cruzamento forçado de vários caminhos rurais, pois ao lado da Capela, alguns moradores logo se fixaram e, entre eles, até um negociante.

Essa foi a origem do povoado que recebeu, nos primeiros anos deste século, a denominação de ″Cemitério da Estrêla″.

Os primeiros moradores foram Tobias José da Silva, Feliciano Cardoso e José Lembi. Este último, como rezam as tradições, pela boca de testemunhas oculares e ainda hoje vivas, era negociante.

Mais tarde, outro, orador, vindo de Abadia do Pitangui para fixar-se no povoado, com o comércio e indústria de compra, beneficiamento e venda de café, liderou um movimento em prol da troca do topônimo, que ele julgava impróprio para tão bela localidade.

O nome ″Estrela do Indaiá″ foi escolhido, atendendo a uma denominação antiga. Efetivamente, a colina sobre a qual se formou o primeiro povoado, hoje sede do Município, fazia parte da Fazenda da Estrela, de propriedade do Sr. Antônio de Souza Fernandes que doou cerca de oitenta por cento do terreno de que se constituiu o patrimônio inicial do arraial. O restante do terreno foi doado por Pedro Pereira dos Reis.

Como se observa, se um motivo sentimental levou os moradores da redondeza a um primeiro passo, o fator econômico, representado pelas máquinas de beneficiar café, determinou o desenvolvimento do núcleo inicial.

Nesses primórdios, eram cultores de café na região os senhores Joaquim Alves Belo, José Manoel de Araújo, Antônio Pires, Antônio de Souza Fernandes, Cristiano Ribeiro de Souza e Frederico Ribeiro de Souza.

Outro fator que determinou a valorização do local foi a existência de boas fazendas de criação, na mesma época.

Eram criadores de gado Cândido Rodrigues Braga, Pedro de Alcântara Machado, José Jorge da Silva e Indalécio Joaquim Palhano, além de outros.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Estrela, pela Lei Estadual nº 556, de 30-08-1911, subordinado ao município Dores do Indaiá.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito Estrela, figura no município de Dores do Indaiá.

Assim permanecendo nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920.

Pela Lei Estadual nº 843, de 07-09-1923, o município de Dores do Indaiá passou a denominar-se simplesmente Indaiá e o distrito de Estrela, continua figurando no município de Indaiá.

Pela Lei Estadual nº 921, de 24-12-1926, o município de Indaiá voltou a chamar-se Dores do Indaiá.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito Estrela figura no município de Dores do Indaiá. .

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo Decreto-Lei Estadual nº 148, de 17-12-1938, o distrito de Estrela passou a denominar-se Estrela do Indaiá.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Estrela do Indaiá figura no município de Dores do Indaiá.

Elevado à categoria de município com a denominação de Estrela do Indaiá, pela Lei nº 336, de 27-12-1948, desmembrado de Dores do Indaiá. Sede no antigo distrito de Estrela do Indaiá. Constituído de 2 distritos: Estrela do Indaiá e Baú, criado pela mesma lei acima citado.

Instalado em 01-01-1949.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Estrela do Indaiá e Baú.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Estrela para Estrela do Indaiá, alterado pelo Decreto-Lei Estadual nº 148, de 17-12-1938.

Fonte: www.pmestreladoindaia.com.br