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161,293
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Cruzeiro do Iguaçu faz parte da região turística Vales do Iguaçu, conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
O DESTINO CERTO, NA SUA ÉPOCA
Estações marcadas, cultura e paisagens.
Combine passeios pela cidade, gastronomia e opções cobertas. Escolha o mês abaixo para organizar a viagem.
Orientação regional · Referência de planejamentoFestas culturais podem motivar a viagem, com datas confirmadas. Mantenha alternativas para chuva e acompanhe alertas.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Nenhum evento confirmado para este mês na nossa base nesta localidade. Novas edições entram conforme a agenda é atualizada.
Festas culturais podem motivar a viagem, com datas confirmadas. Mantenha alternativas para chuva e acompanhe alertas.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Festas culturais podem motivar a viagem, com datas confirmadas. Mantenha alternativas para chuva e acompanhe alertas.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Litoral e parques são opções, com atenção a tempestades, balneabilidade e lotação das férias.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
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Litoral e parques são opções, com atenção a tempestades, balneabilidade e lotação das férias.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
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Litoral e parques são opções, com atenção a tempestades, balneabilidade e lotação das férias.
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Cidades históricas, gastronomia e passeios de natureza podem ser combinados; leve roupa para mudanças de temperatura.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
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Cidades históricas, gastronomia e passeios de natureza podem ser combinados; leve roupa para mudanças de temperatura.
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Cidades históricas, gastronomia e passeios de natureza podem ser combinados; leve roupa para mudanças de temperatura.
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O frio pode ser intenso nas serras. Planeje cafés, museus e experiências culturais; neve não é garantida.
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O frio pode ser intenso nas serras. Planeje cafés, museus e experiências culturais; neve não é garantida.
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O frio pode ser intenso nas serras. Planeje cafés, museus e experiências culturais; neve não é garantida.
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DATAS QUE VIRAM VIAGENS
Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
Nenhum evento confirmado para os próximos 30 dias nesta localidade na nossa base. Explore a agenda disponível.
Todos os eventos de Cruzeiro do Iguaçu →A cidade é considerada tranquila, com baixos índices de criminalidade.
Cruzeiro do Iguaçu, um encantador município localizado no Paraná, é onde a natureza e a história se encontram. Com uma população de apenas 4.133 habitantes, a cidade é rica em biodiversidade, sendo parte da Mata Atlântica. Fundada em 1935 por Atanásio Pires, que buscava um local ideal para cultivar frutas cítricas, a cidade se destaca por suas belezas naturais, como cachoeiras e uma rica fauna.
Uma das principais belezas naturais de Cruzeiro do Iguaçu, oferece trilhas e vistas deslumbrantes.
Um espaço que preserva a rica biodiversidade da Mata Atlântica, ideal para caminhadas e contato com a natureza.
A Cachoeira do Salto é a principal atração, famosa por suas belezas naturais e trilhas.
Sim, Cruzeiro do Iguaçu oferece diversas opções de lazer em meio à natureza, adequados para todas as idades.
Consulte a localização no mapa desta página para planejar o trajeto a partir da sua origem. Ainda não temos informações de terminais cadastradas para este município.
Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar, cuidar de você e do seu pet. Explore as opções cadastradas na cidade.
6 no diretório · algumas opções abaixo
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Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Em 1935, Atanásio Pires, morador de Barro Preto (cidade de Coronel Vivida), veio do Estado de Santa Catarina com a intenção de cultivar frutas cítricas, em especial laranjas. Passou então a procurar um local apto para o desenvolvimento desta cultura. Partindo de Vista Alegre pelo Rio Chopim, numa canoa, após dias de viagem, chegou numa região de saltos e cachoeiras, onde parou e aportou.
Construiu um casebre e voltou para Barro Preto buscar a família, considerando o local ideal para o plantio das frutas, sendo ainda conhecido por muitos como o Laranjal do Pires. Para o sustento da família, o morador utilizava-se do que a natureza oferecia no local, uma região coberta de mata nativa: a caça e a pesca eram fatores significativos na alimentação da família. Com isso ia conhecendo o território e a ele atribuindo suas nomeações, como por exemplo, a denominação dada ao rio Dois Vizinhos.
O morador passou a tirar couro dos animais e a vender em Vila Nova (cidade de Pato Branco), utilizando-se para isso do transporte fluvial. No local da venda identificava-se como morador de Dois Vizinhos. Como vendia muito couro, despertou a curiosidade de muitos caçadores que começaram a visitar o local.
O nome Rio Canoas que estabelece a divisa dos municípios de Cruzeiro do Iguaçu e Boa Esperança do Iguaçu é fruto do encontro de uma árvore Timbaúva - barra do rio, da qual o primeiro morador construiu uma canoa de 12 metros de comprimento e um metro de largura, na parte que compunha o revezo da galhada, fez a proa e na parte de revezo das raízes, fez o bico, de modo que a canoa ficou resistente impedindo as rachaduras tanto na ponta quanto no leme, daí o nome do rio.
Durante uma caçada, em um só dia foram mortas 12 antas as quais, depois de mortas, foram jogadas na água. Desse episódio, surgiu o nome Rio Doze Antas, afluente do Rio Canoas. Numa época de muita chuva, Atanásio Pires acompanhado por seus filhos, Joaquim, Ricardo e Antônio, seguiram pela costa dos Rios Chopim, Iguaçu e Canoas até a barra do atual Rio Cruzeiro do Iguaçu. Naquele local permaneceram por vários dias, não se sabe exatamente quantos, sem pegar caça alguma.
A fome que já era insuportável fez com que os seus filhos propusessem matar um dos cachorros. Atanásio concordou solicitando que fosse morto o mais gordo e ruim. Como nunca bebia, tomou alguns goles de cachaça canforada e dormiu enquanto o alimento era preparado pelos filhos. Saíram do local e logo avistaram um veado pardo. Nessa passagem, Atanásio disse aos filhos: - A partir de hoje matamos somente a caça que podemos comer - considerando aquele episódio um castigo pela morte das 12 antas lançadas ao rio.
Em razão desse acontecimento nomeou o rio de Miserável e mais tarde, com a chegada de outros moradores, o local foi chamado de Povoado Miserável. Atanásio se apossou de um território de cerca de 8.060 hectares de terra compreendidos entre a barra do Rio Chopim, descendo à barra do Rio Canoas e subindo até o Rio Miserável (Cruzeiro do Iguaçu). Seu império perfazia mais de 50% do território de Cruzeiro do Iguaçu. Decorridos quatro a cinco anos, chegou o segundo morador, Felipe Gaudinski, que fugiu do Rio Grande do Sul após envolver-se numa briga.
Refugiado na mata, sem saber para onde ir, escondeu-se no alambique de um caminhão carregado de mudança e sem ser visto, chegou ao Paraná. Seguindo a mata adentro se encontrou com Atanásio do qual comprou um pedaço de terra. O terceiro morador foi Turtuliano Dias, conhecido por João Padilha. Posteriormente chegaram outros moradores que adquiriam um pedaço de chão, como as famílias Miranda (1955), Vieira e a de Ricardo Ferreira, primeira pessoa a chegar nas terras que pertencem ao perímetro urbano de Cruzeiro do Iguaçu.
Foram abertas picadas e dividiram-se áreas de terras em sítios, que por sua vez foram vendidos pelos pioneiros que aos poucos chegavam ao local. Com a divisão das terras, logo o Povoado Miserável passou a chamar-se Divisor. Um fluxo maior de migrantes ocorreu no ano de 1957. Nessa época, o Divisor (Colônia das Missões) pertencia ao município de Marrecas hoje Francisco Beltrão.
No momento em que foi aberta a primeira estrada de acesso ao local, onde existia o cruzamento de duas picadas (estradinhas) que davam acesso ao Rio Iguaçu, um chefe de Viação e Obras, denominado Roberto Grando, nomeou o local como Cruzeiro do Iguaçu. Fonte: Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Iguaçu. Autor do Histórico: PAULO ROBERTO DE FREITAS