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Amazônia
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Codajás faz parte da região turística Região Terras do Açaí , conforme o Mapa do Turismo Brasileiro.
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Orientação regional · Referência de planejamentoCombine experiências culturais e natureza com horários flexíveis e alternativas cobertas.
Para atividades ao ar livre, confira as condições locais antes de sair.
DATAS QUE VIRAM VIAGENS
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Combine experiências culturais e natureza com horários flexíveis e alternativas cobertas.
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Passeios fluviais com operação confirmada; museus e mercados para alternar com a chuva.
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Observe o nível dos rios antes de procurar praias fluviais; não há uma única época de vazante para toda a região.
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Calor e umidade pedem pausas e água. Em períodos de seca, confira fumaça, qualidade do ar e acesso aos atrativos.
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Experiências na cidade e nos arredores para os próximos 30 dias.
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Todos os eventos de Codajás →Moderado. É recomendável estar atento e seguir as orientações locais.
Codajás, situada às margens do majestoso rio Solimões, é um destino que revela a riqueza da cultura amazônica e sua história fascinante. Com uma população acolhedora de 23.549 habitantes, a cidade é um convite à exploração dos incríveis lagos e rios da região, além de proporcionar um contato profundo com a natureza exuberante e as tradições indígenas.
Um lago pitoresco, conhecido pela sua abundante fauna aquática e beleza natural, ideal para pesca e passeios de canoa.
Uma área que preserva a arquitetura colonial e histórias fascinantes da fundação da cidade, com casarios antigos e igrejas.
Um espaço dedicado à preservação da biodiversidade local, perfeito para quem deseja aprender sobre ecoturismo e as práticas sustentáveis da região.
O acesso pode ser feito de barco ou avião, sendo que a viagem de barco pelo rio Solimões é a mais tradicional e proporciona uma bela vista.
Sim, a cidade conta com pousadas e hotéis básicos que oferecem conforto e uma experiência local autêntica.
Os visitantes podem explorar os lagos para pesca, realizar passeios de canoa, visitar a reserva e conhecer a cultura local.
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Seu destino, na prática
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Codajás Amazonas - AM Histórico Situada a margem esquerda do rio Solimões, em terreno plano de pouca elevação, está plantada a antiga povoação, hoje cidade de Codajás. Primitivamente era aldeia Cudaiá, de índios do mesmo nome, mais tarde tornou-se pousada dos índios Muras ou Môras, que ainda em meados do séc. XVIII ocupavam as margens e os lagos do rio Amazonas e Madeira.
Nas imediações da localidade há numerosos lagos, bastantes piscicosos, entre eles o lago de Cudaiá, (Miuá) onde em 1864 aportou o cidadão procedente de ″Thuryassú″, no Maranhão, José Manoel da Rocha Thury, trazendo consigo várias famílias e lançando os fundamentos de Codajás, que muito contribuiu para o crescimento do lugar, implantando uma fazenda de gado que se tornou próspera. Nesse tempo, a localidade recebeu o nome de Barreiras de Cudajáz.
Em 26 de julho de 1865, o deputado Padre Bernardo Ivo de Nazaré Ferreira apresentou um projeto de lei à Assembléia Provincial, e em 30 de junho de 1868 através da lei nº 175 passou a se chamar ″Freguezia de Nossa Senhora das Graças de Cudajáz″.
Recebeu como de costume na época, a aprovação canônica em 26 de outubro de 1870, quando foi instalada, pelo Padre João Monteiro Cunha, sob a Invocação de Nossa Senhora das Graças de Cudajáz, a freguesia foi elevada à vila, projeto apresentado à Assembléia Provincial em 5 de maio de 1873, pelo deputado Nicolau José de Castro. A Vila de Cudajáz foi instalada junto com a Câmara, em 5 de agosto de 1875, pelo Camarista de Manaus, José Justiniano Braule Pinto, conforme instrução expedida pelo presidente da Província.
Em 1878 foi apresentado à Assembléia Provincial um projeto que motivou discussão em torno do cacófato existente na palavra Cudajáz, mudando o nome da Vila Cudajáz para Vila Solimões administrada pela Intendência Municipal criada por um decreto de 22 fevereiro de 1890. O uso da nomenclatura ao longo do tempo encarregou-se de consagrar a corruptela Codajás, palavra brasileira pura que vem de curucudaiá, da língua cudaiá. Formação Administrativa Em 30.06.1862, pela Lei Provincial nº 175, é criada a freguesia de Nossa Senhora das Graças de Codajás.
Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora da Graça de Codajás, pela lei provincial nº 175, de 30-06-1868. Elevado à condição de vila com a denominação de Codajás, pela lei provincial nº 287, de 01-05-1874, desmembrada do município de Manaus. Sede na atual distrito de Codajás (ex-Nossa Senhora da Graça de Codajás), sendo o município instalado em 05.08.1875. Em 10.04.1891, pelo Decreto Estadual nº 95-A, é criado o termo judiciário de Codajás, subordinado à comarca de Coari.
Posteriormente, foi o município dividido em quatro distritos: Codajás, Badajós, Anori e Anumã. Pela lei municipal nº 06, de 17-07-1893, foram criados os distritos de Anamã e Anori e anexados ao município de Codajaz. Em 27.09.1911, pela Lei Estadual nº 682, é criada a comarca de Codajás, que se instala em 25.01.1912.. O município é constituído de 3 distritos: Codajás, Anamã e Anori, Em 30.10.1913, pela Lei Estadual nº 141, é extinta a comarca.
Em 25.11.1921, pela Lei nº 1.126, ocorreu a instalação de Manacapuru, o termo de Codajás passou a subordinar-se o termo de Coari. Em 07.02.1922, pela Lei nº 1.133, foi restaurada a comarca de Manacapuru a qual foi novamente anexado o termo de Codajás. Em 10.03.1924, pela Lei nº 1.220, passou o termo de Codajás a subordinar-se novamente à comarca de Coari. Em 04.01.1926, pela Lei nº 1.223, voltou mais uma vez o termo de Codajás a integrar a comarca de Manacapuru.
Pelo Ato Estadual nº 45, de 28-11-1930, vila de Codajás foi suprimida, sendo seu território anexado ao município de Coari, como simples distrito. Em 14.09.1931, pelo Ato Estadual nº 33, foi restaurado, ficando o termo judiciário subordinado a comarca de Manacapuru, e o município constituído de um só distrito.Na divisão judiciária de 1937, figura Codajás como termo único de comarca do mesmo nome. Em 30.03.1938, pela Lei Estadual nº 68, a sede municipal recebe foros de cidade.
Na divisão administrativa, fixada pelo Decreto-Lei Estadual nº 176, de 1º de Dezembro de 1938, figura o Município de Codajás com três distritos: Codajás, Anamã e Anori. Os dois últimos foram criados pelo mesmo decreto citado, com território desmembrado do distrito-sede, mantendo até 1956 a mesma composição distrital e é sede da comarca do mesmo nome. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Codajás, Anamã e Anori. Assim permanecendo em divisão territorial datada 1-VII-1955.
Pela lei estadual nº 117, de 29-12-1956, desmembra do município de Codajás os distritos de Anori e Anamã, para constituir o novo de Anori. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979. Pela Emenda Constitucional nº 12, de 10-12-1981 (Art. 2º - Disposições Transitórias). Delimitado pelo decreto estadual nº 6158, de 25-02-1982, é criado o distrito de Bodajós e anexado ao município de Codájas.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009. Fonte: www.codajas.am.gov.br