População estimada (2026)
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Guia completo, dados e turismo em Bahia.
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Habitantes
R$ 413,32 Mi
2.375,525
Quilômetros quadrados
Mata Atlântica
Ambiente natural
Indicadores: IBGE. Cada valor apresenta seu ano de referência. Área territorial: IBGE 2025.
Retrato dos cadastros na edição indicada. Os totais não abrangem todos os estabelecimentos da cidade e não confirmam funcionamento ou validade atual. Fonte: Ministério do Turismo — Cadastur.
Patrimônio cultural: 1 bens materiais cadastrados no SICG do IPHAN. O cadastro não implica tombamento ou abertura para visitação.
Sua viagem, na sua época · Nordeste
Praia, cultura e sabores em diferentes épocas.
O inverno não significa frio em toda a região, mas o litoral leste pode ter mais chuva. Sertão, serras e litoral têm calendários diferentes.
Praias e passeios cedo, com proteção solar. Férias e Carnaval podem aumentar a procura; confirme o calendário local.
Reserve alternativas cobertas, como mercados, centros culturais e gastronomia; acompanhe a chuva no destino.
Praia pode continuar no roteiro, mas confira chuva, vento, marés e avisos dos salva-vidas. Não prometa sol garantido.
Combine praia com patrimônio e culinária. Antecipe reservas para feriados e festas confirmadas.
Alta procura costuma acompanhar férias, feriados e eventos; não é uma classificação de ocupação deste município. Fora desses períodos, consulte preços e funcionamento: baixa temporada não garante desconto.
Orientação regional, não previsão do tempo. Climatologia do INMET · Previsão e avisos · Guia do Brasil
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Caravelas é considerada uma cidade segura para turistas, com baixa criminalidade em comparação com grandes centros urbanos.
Caravelas, localizada na Bahia, é uma cidade rica em história e natureza exuberante. Com uma população de 20.580 habitantes, a cidade abriga parte da Mata Atlântica e é famosa por sua história que remonta à era das grandes navegações. Aqui, você poderá explorar tanto a beleza natural quanto o legado cultural que data desde a descoberta do Brasil em 1503.
Famoso por suas belezas naturais e biodiversidade marinha, é uma das principais atrações da região, ideal para mergulho e observação de vida marinha.
Uma pequena ilha paradisíaca com praias de águas cristalinas, perfeita para relaxar e aproveitar a natureza.
Área que preserva construções antigas que contam a história do município e da colonização do Brasil.
Os visitantes podem desfrutar de passeios de barco, mergulho, trilhas na Mata Atlântica e visitas a ilhas próximas.
A cidade está acessível por rodovia, com estradas bem conservadas que conectam a maiores centros urbanos da Bahia.
Rodoviária de Caravelas Telefone:(0xx73)3297-1422 / (0xx73)3297-1151
Ver no Mapa →Endereço: Endereço: Rod. BR-418, km.14 Telefone: (0xx73)3297-1222
Ver no Mapa →Seu destino, na prática
Encontre lugares para comer, ficar e planejar seus passeios. Comece por algumas opções cadastradas na cidade.
9 no diretório · algumas opções abaixo
Bairro: CENTRO
AVENIDA ADALICIO NOGUEIRA, 115
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Bairro: DISTRITO DE RANCHO ALEGRE
RODOVIA BR 101 KM 892 ZONA RURAL, SN
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Ver Empresas AtivasDados históricos oficiais (IBGE)
Caravelas Bahia - BA Histórico A história de Carvelas começa com própria História do Brasil a qual, em linhas gerais, acampam até o ano de 1574. Descoberto o Brasil, Portugal enviou expedições exploradoras. A segunda dessas expedições saída do Tejo em 1503, descobriu o arquipelago de Fernando de Noronha, naufragou o navio capitânea da esquadra comandada por Gonçalo Coelho da qual também fazia parte o célebere Américo Vespucci, o "pilôto e marinheiro mais instruído do seu tempo".
Dali a frota de explorações, como Américo Vespucci e gonçalo Coelho, rumou para o sul, costeou a terra até a latitude de 18 graus, e entrou justamente, no pôrto de Caravelas, onde fundou uma feitoria, que deixou fortificada com 12 peças de artilharia e 24 homens, retornou em seguida para Lisboa. Caravelas foi, assim, descoberta em 1503 por Américo Vespucci ou Gonçalo Coelho.
Durante o tempo em que o Brasil estêve dividido em capitanias hereditárias, o atual município de Caravelas pertence ao Pôrto Seguro, doado a Pero de Campos Tourinho, por Carta régia de 27 de maio de 1534. Segundo ocorreu com várias outras, a captania do Pôrto fracassou, dado o pouco interêsse do seu donatário e sucessores, e pelos incessantes ataques dos ´´indios tupiniquins, que infestavam a região, desde o rio Camamu até o rio Cricaré, - provavelmente o que hoje se denomina Mucuri.
Vendia a Dom João Lencastre, Duque de Aveiro, em 10 de agôsto de 1559, a capitania de Pôrto Seguro reverteu à coroa, no reinado de D.José I. Data daquela época a omissão da História acêrca da feitoria por Vespucci, ou Gonçalo Coelho, em Caravelas, presumindo-se tenha desaparecido em conseqüência de ataques dos índios. Sob o Govêrno-Geral do Brasil nova fase de colonização se inicia no Litoral, importantes penetrações são promovidas em busca de metais e pedras preciosas. A primeira expedição que se embrenha pelo sertão, parte do Pôrto Seguro, em 1553.
Compõem-na portuguêses, mamelucos, "mazambos" e índios tupiniquins, sob a chefia do espanhol Francisco Bruzza Espinoza. A bandeira Espinoza percorreu o Litoral, desde o Jequitinhonha até São Mateus, no Espírito Santo. Foi este o primeiro bandeirante que chegou a Caravelas. Depois dêle, em 1572, Sebastião Fernandes Tourinho subiu o rio Doce e retrocedeu ao Litoral pelo vale das Caravelas.
Todavia, coube a Antõnio Dias Adôrno, em 1574, - chefe de uma expedição de 150 portuguêses e 400 índios que se internou pelo sertão à procura de ouro e da já famosa serra das Esmeraldas - , a primazia de reencontrar Caravelas, embora não se negue a Espinoza contacto anterior, quando iniciou sua entrada aos sertões brasileiros, pelo rio das Caravelas, secundado por Sebastião Fernandes Tourinho. Os bandeirantes que chegaram ao rio Caravelas não fundarão povoação.
Somente em 1581, diz-se haver um padre francês, - provavelmente um dos missionário vindos com Manuel da Nóbrega -, fundado a aldeia de Caravelas, onde erigiu pequena igreja, sob a invocação de Santo Antônio do Campo dos Coqueiros. A aldeia foi depois abandonada; mas seus habitantes, por ordem de D. Diogo de Menezes, 9.º Governador-Geral do Brasil, tiveram que regressar às suas residências em 1610, e, assim, Caravelas foi novamente povoada, e definitivamente.
Data daí o progresso acentuado que se manifestou, a ponto de ser visada por um ataque holândes em 1636. Todavia, a partir de 1694, sob a administração do 32.º Governo-Geral do Brasil, D. João Lencastre, encontrou rumo certo do progresso. Em 1700, estando em franco desenvolvimento, mereceu ser levada à categoria de vila, com o nome de Santo Antônio do Rio das Caravelas, por Ato do governados Lencastre, confirmado em Alvará real no ano seguinte. De 1702 a 1729, a colonização estendeu-se pelos vales dos rios São Mateus, Mucuri, Doce e Peruípe.
Por alvará de 18 de janeiro de 1755, a vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas, com jurisdição no território imenso que abrangia os dos atuais municípios de Mucuri e Conceição da Barra, êste no Estado do Espírito Santo, elevou-se à categoria de freguesia eclesiástica. Decorridos 154 anos de sua elevação à categoria de vila, Caravelas alcançou o título de Constitucional Cidade de Caravelas, pela Lei n.º 521, de 23 de abril de 1855, assinada por João Maurício Wanderley, 1.º Ministro do Império e, mais tarde, Barão de Cotegipe.
O município de Caravelas, a princípio, era constituído de único distrito, que permaneceu nas divisões administrativas do Brasil referentes a 1911 e 1933 e nas divisões territorias de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, como, também, no quadro anexo do Decreto-Lei estadual n.º 10 724, de 30 de março de 1938.
Por força do decreto estadual n.º 11 089, de 30 de novenbro de 1938, o distrito único ficou dividido em dois: o distrito-sede, ou de Caravelas, e o novo distrito de Juerana, que assim permaneceu no quadro de 1943, a que se relaciona o Decreto estadual n.º 12 978, de 1.º de junho de 1944. Idêntica composição é mantida na divisão administrativa para 1949-1953.
Todavia, na divisão territorial de 1954-1958, baixada pela Lei n.º 628, de 30 de dezembro de 1953, foram criados mais quatro distritos, resultando ficar o município de Caravelas com seis: Caravelas, Ibirapuã, Juerana, Lajedão, Ponta de Areia e Santo Antônio de Barcelona. Gentílico: caravelense Formação Administrativa Elevado à categoria de vila com a denominação de Caravelas, em 1701. Distrito criado com a denominação de Caravelas, por alvará de 18-01-1755.
Elevado a condição de cidade e sede municipal, com a denominação de Caravelas, pela lei provincial nº 521, de 23-04-1855. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto estadual nº 11089, de 30-11-1938, é criado o distrito de Juerana e anexado ao município de Caravelas. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído 2 distritos: Caravelas e Juerana.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950. Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, são criados os distritos de Ibirapuã, Lajedão, Ponta da Areia e Santo Antônio de Barcelona e anexados ao município de Caravelas. Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 6 distritos: Caravelas, Ibirapuã, Juerana, Lajedão, Ponto da Areia e Santo Antônio de Barcelona. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela lei estadual nº 1723, de 16-07-1962, desmembra de município de Caravelas, o distrito de Lagedão. Elevado a categoria de município. Pela lei estadual nº 1738, de 20-07-1962, desmembra de município de Caravelas, o distrito de Ibirapuã. Elevado a categoria de município. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Caravelas, Juerana, Ponto da Areia e Santo Antônio de Barcelona. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Fonte: IBGE