Nordeste Região de Ilhéus ¿ Itabuna

Tudo sobre Aurelino Leal

Guia completo, dados e turismo em Bahia.

População (2022)
11.179
PIB Total
R$ 137,00 Mi
Per Capita
R$ 12.255,21
Área (km²)
457,800
IDH / Bioma
Mata Atlântica
📅

Quando ir

abril

As chuvas se tornam menos frequentes e as temperaturas são agradáveis, ideal para passeios ao ar livre e exploração da natureza.

🛡️

Segurança

Aurelino Leal é uma cidade tranquila, mas como em qualquer destino, recomenda-se ficar atento aos pertences pessoais.

💸

Custo Médio

💰💰💰💰💰

Aurelino Leal, localizado na Bahia, é um município encantador rodeado pela exuberância da Mata Atlântica. Com uma população de 11.179 habitantes, a cidade carrega uma rica história desde seus primórdios, quando foi parte da Capitania de Ilhéus. Conhecido por sua biodiversidade e tradição cultural, Aurelino Leal é um destino que merece ser explorado por quem busca natureza e história.

Principais Atrações

Cascata da Ladeira

Uma bela cachoeira onde visitantes podem relaxar e desfrutar da natureza.

Praça Ismar Lôbo

Ponto central da cidade, ideal para um passeio e para conhecer a cultura local.

Igreja Matriz de Aurelino Leal

Construção histórica que remete ao passado da cidade e é um ponto de referência importante.

Dúvidas Comuns

? Qual é a principal atração turística de Aurelino Leal?

A principal atração é a Cascata da Ladeira, que oferece um espaço natural incrível para os visitantes.

? Quais atividades posso fazer em Aurelino Leal?

Os visitantes podem fazer trilhas, visitar cachoeiras, conhecer o centro histórico e apreciar a gastronomia local.

📈

Economia e Empresas

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História e Formação

Dados históricos oficiais (IBGE)

Ler Histórico Completo

AURELINO LEAL

BAHIA Monografia - N.° 386 Ano: 1967

ASPECTOS HISTÓRICOS O território do atual Município de Aurelino Leal pertenceu inicialmente à Capitania de Ilhéus, e posteriormente ao Município de Barra do Rio das Contas, hoje Itacaré.

Em 1755, após acordo firmado entre o então Governador, capitão-general Manuel da Cunha Menezes e João Gonçalves da Costa, proprietário da fazenda Ressaca, foi construída uma estrada que, partindo da fazenda, ligava o sertão ao litoral. Esta via de comunicação recebeu mais tarde o nome de Estrada da Nação, por ser de grande importância para a vida econômica da Província. Devido às ricas mercadorias que por ela desciam, a Coroa criou um posto para cobrança do "quinto", no lugar denominado Funis, onde a estrada se bifurcava, indo um ramal para Camamu e outro para a vila da Barra do Rio das Contas.

Nesta época, já predominavam no litoral as grandes fazendas, cujos proprietários impediam a toda força o desbravamento, povoamento e a cultura de suas terras. forçando assim os aventureiros a se dirigirem para o interior, em busca de terras devolutas.

Em conseqüência, subiram a estrada que partia da vila da Barra do Rio das Contas, povoando interior.

A exploração das terras prosseguia incessantemente, apesar das lutas existentes pela sua posse, condição peculiar à zona cacaueira.

Por outro lado a resistência hostil oferecida pelos índios "patachós" aldeados nas margens do rio Gongogi, principal afluente da margem direita do rio das Contas, não permitia aos fazendeiros estenderem seus domínios, dificultando o estabelecimento dos pequenos núcleos populacionais.

Mais tarde, com o nascimento e progresso da vila de Itapira e a maior expansão da lavoura, cuidou-se de estender os trilhos da Estrada de Ferro de Ilhéus até a margem direita do rio das Contas defronte à citada vila, hoje cidade de Ubaitaba.

Em 1930 existia nesse local sòmente uma fazenda de cacau pertencente a Ramiro Teixeira.

Com a chegada da ferrovia, formou-se em torno da estação, ainda em 1930, o povoado de São Miguel A passagem dos trilhos, pelo seu território, muito influiu para o rápido desenvolvimento da localidade que logo foi promovida à categoria de distrito.

Ganhou autonomia administrativa em 1961, passando a denominar-se Aurelino Leal, em homenagem ao Dr. Aurelino de Araújo Leal.

Formação Administrativa O Distrito foi criado sob a designação de São Miguel, no Município de Itacaré, assim figurando nas divisões territoriais de 31 de dezembro de 1936 e 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto estadual n.° 10.724, de 30 de março de 1938.

Por efeito do Decreto estadual n.° 11.089, de 30 de novembro de 1938, passou a denominar-se Itaipava. No quadro da divisão territorial para 1944-48 0 distrito aparece com nova denominação - Poiri.

AURELINO LEAL

BAHIA Monografia - N.° 386 Ano: 1967

ASPECTOS HISTÓRICOS O território do atual Município de Aurelino Leal pertenceu inicialmente à Capitania de Ilhéus, e posteriormente ao Município de Barra do Rio das Contas, hoje Itacaré.

Em 1755, após acordo firmado entre o então Governador, capitão-general Manuel da Cunha Menezes e João Gonçalves da Costa, proprietário da fazenda Ressaca, foi construída uma estrada que, partindo da fazenda, ligava o sertão ao litoral. Esta via de comunicação recebeu mais tarde o nome de Estrada da Nação, por ser de grande importância para a vida econômica da Província. Devido às ricas mercadorias que por ela desciam, a Coroa criou um posto para cobrança do "quinto", no lugar denominado Funis, onde a estrada se bifurcava, indo um ramal para Camamu e outro para a vila da Barra do Rio das Contas.

Nesta época, já predominavam no litoral as grandes fazendas, cujos proprietários impediam a toda força o desbravamento, povoamento e a cultura de suas terras. forçando assim os aventureiros a se dirigirem para o interior, em busca de terras devolutas.

Em conseqüência, subiram a estrada que partia da vila da Barra do Rio das Contas, povoando interior.

A exploração das terras prosseguia incessantemente, apesar das lutas existentes pela sua posse, condição peculiar à zona cacaueira.

Por outro lado a resistência hostil oferecida pelos índios "patachós" aldeados nas margens do rio Gongogi, principal afluente da margem direita do rio das Contas, não permitia aos fazendeiros estenderem seus domínios, dificultando o estabelecimento dos pequenos núcleos populacionais.

Mais tarde, com o nascimento e progresso da vila de Itapira e a maior expansão da lavoura, cuidou-se de estender os trilhos da Estrada de Ferro de Ilhéus até a margem direita do rio das Contas defronte à citada vila, hoje cidade de Ubaitaba.

Em 1930 existia nesse local sòmente uma fazenda de cacau pertencente a Ramiro Teixeira.

Com a chegada da ferrovia, formou-se em torno da estação, ainda em 1930, o povoado de São Miguel A passagem dos trilhos, pelo seu território, muito influiu para o rápido desenvolvimento da localidade que logo foi promovida à categoria de distrito.

Ganhou autonomia administrativa em 1961, passando a denominar-se Aurelino Leal, em homenagem ao Dr. Aurelino de Araújo Leal.

Formação Administrativa O Distrito foi criado sob a designação de São Miguel, no Município de Itacaré, assim figurando nas divisões territoriais de 31 de dezembro de 1936 e 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto estadual n.° 10.724, de 30 de março de 1938.

Por efeito do Decreto estadual n.° 11.089, de 30 de novembro de 1938, passou a denominar-se Itaipava. No quadro da divisão territorial para 1944-48 0 distrito aparece com nova denominação - Poiri.

A Lei estadual n.° 1.579, de 15 de dezembro de 1961, criou o Município de Aurelino Leal, desmembrado do de Itacaré, levando os seus distritos de Poiri, Laje do Banco e Poço Central. O primeiro recebeu o nome do novo Município e ficou sendo a sede.

Instalado a 7 de abril de 1963, permaneceu constituído pelos mesmos distritos.

A Lei estadual n.° 1.579, de 15 de dezembro de 1961, criou o Município de Aurelino Leal, desmembrado do de Itacaré, levando os seus distritos de Poiri, Laje do Banco e Poço Central. O primeiro recebeu o nome do novo Município e ficou sendo a sede.

Instalado a 7 de abril de 1963, permaneceu constituído pelos mesmos distritos.

Fonte: IBGE